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Análise dos Times

Argentina

Principal

Motivo: Tom nostálgico e celebratório: exalta glórias, legado e a 'era de ouro' de Messi; preocupa-se com o futuro, mas sem críticas à equipe

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Citado apenas como adversário do amistoso de despedida de Messi, sem qualquer avaliação

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citada apenas como campeã do Mundial sobre a Argentina, menção factual do resultado da final

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citada apenas como adversária goleada (4 a 0), menção factual no contexto da capitania de Romero

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citada apenas como adversária goleada (7 a 0), menção factual sem tom avaliativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Copa do Mundo Lionel Scaloni Messi Argentina Benin Espanha Maradona Cuti Romero Bolivia Burkina Faso Monumental de Nunez Ezequiel Fernandez Moores Seba Roggero

Conteúdo Original

Nas últimas semanas, o torcedor argentino tentou não pensar no tema, mas não é possível adiar o inadiável. Em algum momento, Lionel Messi se aposentaria da seleção, e esse dia chegou. A despedida do camisa 10, campeão do mundo e maior artilheiro da Albiceleste na história, acontece nesta terça-feira (6), no amistoso contra Benin . A partida será disputada no Monumental de Nuñez, às 20h (de Brasília). Messi anunciou sua aposentadoria da equipe nacional após o vice-campeonato no Mundial deste ano, para a Espanha . Aos 39 anos, decidiu colocar fim a uma carreira de duas décadas com a camisa da Argentina . Uma trajetória que iniciou cerca de grande expectativa, foi conflituosa e teve um quase adeus melancólico em 2016, mas que terminou no mais alto nível com as glórias recentes, a mais marcante delas no Catar, há quatro anos . Porém, uma pergunta importante já pairava no ar antes mesmo do anúncio do astro, enquanto a Argentina avançava de fase na última Copa do Mundo : o que será da seleção pós-Lionel Messi? "A mesma pergunta nós fizemos com Maradona", diz o jornalista Ezequiel Fernández Moores, colunista do La Nación, à CNN Brasil . Para o jornalista Seba Roggero, editor do diário La Voz del Interior , o pós-Messi poderá ser ainda mais difícil do que foi o pós-Maradona . "Vai ser mais tortuoso. Passaram-se muitos anos até que aparecesse o Messi e ele se consolidasse. Não sei quanto tempo vai passar até que a Argentina volte a ter uma bandeira, um símbolo como Messi", afirma Roggero. Técnico campeão mundial com a Argentina em 2022, Lionel Scaloni foi perguntado sobre o tema nesta Data Fifa e disse que o camisa 10 é "insubstituível" . A braçadeira de capitão, porém, tem um substituto e marca o primeiro passo da reestruturação. O zagueiro Cuti Romero foi confirmado por Scaloni como o novo capitão e já desempenhou essa função nas goleadas sobre Bolívia (4 a 0) e Burkina Faso (7 a 0). Um post compartilhado por CNN Esportes (@cnnesportes) Por outro lado, outro símbolo importante da Albiceleste, a camisa 10, ainda não tem um substituto. Scaloni afirmou que a decisão sobre o herdeiro do número será tomada de olho na próxima Data Fifa , em novembro. "A ideia é que um só jogador use a camisa 10 [depois de Messi], com todo o lindo que é utilizá-la. Mas ainda não definimos isso", declarou o técnico. Até que haja uma definição, o torcedor argentino terá algum tempo para digerir o adeus de seu grande ídolo e, quem sabe a partir daí, começar a pensar em como será a vida pós-Lionel Messi.