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Esporte Futebol São Paulo: Coordenação de grupo de Casares explica saída da Coalizão Gabriel Sá Colaboração para o UOL 09/01/2026 20h11 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Julio Casares, presidente do São Paulo, no jogo contra o Palmeiras, pelo Paulistão Imagem: Victor Monteiro/Ag. Estado O Grupo Participação São-paulina anunciou nesta sexta-feira (9), por meio de nota oficial, seu desligamento da Coalizão Juntos Pelo São Paulo, aliança política que vinha sustentando o apoio ao presidente Julio Casares no Conselho Deliberativo do clube. Apesar do posicionamento público e da saída formal da Coalizão, a movimentação não representa um rompimento total com o atual mandatário. Coordenado principalmente por Themistocles de Almeida, o grupo faz questão de diferenciar a decisão institucional de um afastamento pessoal ou político definitivo de Casares. O próprio presidente do São Paulo segue como integrante do Participação São-paulina, mesmo após a mudança de posição do grupo no cenário político do clube. Em contato com a reportagem do UOL , Julio Casares afirmou que encara a decisão com naturalidade. "Continuo no Participação, sendo um antigo integrante. Encaro com naturalidade, é uma questão democrática, de posicionamento", declarou o presidente. Daniela Lima Pesquisa: apoio a veto da dosimetria domina redes José Fucs Xandão, os 'isentões' e os heróis de que precisamos Sakamoto Trump dá presente a Lula no acordo UE-Mercosul Mauro Cezar Flamengo não desistiu de contratar Kaio Jorge Na nota divulgada, o Participação São-paulina afirma que a decisão foi "fruto de deliberação de seus conselheiros" e que tem como objetivo primordial a "preservação institucional do São Paulo Futebol Clube". O grupo reforça ainda que seu compromisso é "exclusivo com a instituição", acima de alianças políticas preexistentes. O comunicado também informa que o grupo articulou a formação de uma nova frente política e convidou outras três correntes para integrar o movimento. A base formada reúne 127 conselheiros e conta com a adesão de Legião Tricolor, Vanguarda Tricolor e Sempre Tricolor. "Que a história nos julgue pela coragem de agir, e nunca pela covardia de silenciar. O São Paulo merece respeito, e nós vamos garantir isso", diz um trecho da nota oficial. Com a debandada, o presidente passa a contar oficialmente apenas com o apoio de dois grupos — o MSP (Movimento São Paulo FC) e o Força Tricolor — além do grupo simbólico "Super", que reúne quatro conselheiros. A ruptura política acontece às vésperas da votação que irá analisar o pedido de impeachment de Julio Casares. A reunião do Conselho Deliberativo está marcada para a próxima sexta-feira (16), a partir das 18h30. Para que o afastamento seja aprovado, é necessário o voto favorável de 75% dos conselheiros, o equivalente a 191 votos. Caso esse quórum seja atingido, Casares será afastado da presidência do São Paulo. Nos bastidores, conselheiros avaliam que, embora a saída de quatro grupos da Coalizão simbolize um enfraquecimento da base de sustentação política do presidente, o movimento especificamente do Participação São-paulina busca dar liberdade aos integrantes para a votação sem perder canais abertos com o mandatário, não havendo uma indicação direta do que os membros do grupo devem votar na pauta do impeachment de Casares. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Turista é mordida por tubarão durante mergulho em Fernando de Noronha (PE) BBB 26 - Enquete UOL: qual participante das casas de vidro você quer ver no reality? Vaticano negociou asilo de Maduro na Rússia antes de captura, diz jornal Tio de Suzane von Richthofen é encontrado morto em casa, em São Paulo Suspeita de 'carniça' ligada a PCC e Master leva bodum à Faria Lima