🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Motivo: O time é mencionado como o clube onde as jogadoras atuavam no momento do incidente, mas o foco da notícia é o caso judicial, não o desempenho esportivo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Paris Saint-Germain Al-Nassr Aminata Diallo Kheira Hamraoui Ministério Público de Versalhes

Conteúdo Original

Esporte Caso Hamraoui: MP pede julgamento de Aminata Diallo após quatro anos de emboscada 17/12/2025 09h57 Deixe seu comentário Quatro anos após a agressão sofrida pela jogadora Kheira Hamraoui, o Ministério Público de Versalhes solicitou o julgamento de Aminata Diallo. A ex-colega de equipe é suspeita de ter encomendado o ataque, ocorrido em novembro de 2021, após um jantar da equipe do PSG. Agressão e Suspeitas Em novembro de 2021, Kheira Hamraoui, então jogadora do Paris Saint-Germain, foi vítima de uma emboscada. Enquanto voltava para casa no carro com Aminata Diallo, o veículo foi interceptado por dois homens mascarados. Hamraoui foi retirada do carro e agredida nas pernas com barras de ferro. A investigação apontou para Aminata Diallo como mandante do crime. Mauro Cezar Fla tem a oportunidade de colocar uma cereja no bolo Sakamoto Instagram de Lula vira peça-chave para reeleição Reinaldo Azevedo Senado decide hoje se põe digitais em texto pró-golpe M.M. Izidoro Por que festivais longe do eixo não são reconhecidos Acusações e Defesa Atualmente atuando no Al-Nassr, Aminata Diallo enfrenta acusações de cumplicidade em agressões voluntárias agravadas e participação em grupo com vista à preparação de crimes. Os advogados de Diallo, no entanto, denunciaram a qualidade da investigação. Em nota oficial, afirmaram que as requisições do Ministério Público são uma "cortina de fumaça" para esconder um procedimento "tendencioso" que prejudicou a jogadora. Repercussão da Defesa Os representantes legais de Aminata Diallo classificaram a acusação como um "símbolo de uma deriva judicial" e um "manual para fabricar uma pessoa culpada a qualquer custo". Reiteraram a inocência de sua cliente e apelaram à responsabilidade do juiz instrutor para sanar uma investigação que, segundo eles, "não honra a polícia". Continua após a publicidade Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Prefeitura de SP vai fechar abrigo de refugiados tido como exemplo pela ONU O que se sabe da Audi, equipe de Bortoleto para a temporada 2026 da F1 PF encontra despacho em que Moro manda grampear autoridade com foro 'Choro sem lágrima': o que mais intriga especialistas em caso Richthofen Duas pessoas morrem durante forte chuva em Ilhabela (SP)