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Esporte Às vésperas do Mundial de futsal feminino, Luana relembra trajetória até a Seleção Brasileira 16/11/2025 15h06 Deixe seu comentário A primeira Copa do Mundo de futsal feminino será disputada entre os dias 21 de novembro e 7 de dezembro, nas Filipinas. O Brasil está entre os 16 países classificados para o torneio e será representado por 14 atletas, entre elas, Luana Rodrigues, ala da Seleção. "Eu confesso que não esperava. Meu nome foi o último entre as alas. Todo mundo na expectativa, nervoso... Quando saiu, foi uma explosão de alegria", comentou Luana em entrevista à CBF TV. Dificuldades no caminho Nelson de Sá China começa a controlar minério de ferro Wálter Maierovitch Eduardo Bolsonaro é réu de carteirinha de confesso Ricardo Kotscho Lambança de Derrite prejudica Tarcísio e Motta Thais Bilenky Europeus 'queimam' expectativa de Lula na COP Para chegar à Seleção Brasileira, a jogadora precisou superar diversos percalços, inclusive dentro da própria família. Sua avó não via o futsal como uma alternativa de futuro e não apoiava que Luana seguisse carreira na modalidade. "É legal olhar para trás e pensar, e se eu não tivesse tentado, se aquela Luana que era novinha tivesse ouvido o que as pessoas diziam na parte do preconceito, a questão da avó não apoiar, onde ela estaria, o que ela estaria fazendo? Mas eu fico muito feliz de olhar para trás e saber que eu tive persistência e perseverança e poder ver chegar onde eu cheguei", disse a atleta. "A minha avó não via esse retorno para eu conseguir ajudar em casa, então a forma que ela viu que eu poderia fazer isso é trabalhando, e deixando de praticar o futsal, mas eu consegui ir convencendo ela que era meu sonho, e ela foi respeitando a minha escolha", completou. Trajetória no futsal Aos 16 anos, Luana teve a oportunidade de subir para o time adulto do Cianorte Futsal, onde atuava nas categorias de base. Foram seis anos no clube e, nesse período, conquistou títulos importantes, como a Libertadores e a Supercopa. Em 2021, aos 21 anos, realizou o sonho de vestir a camisa da Seleção Brasileira nos treinos da equipe. "Era só para treinamento, mas não muda a emoção. Quando você veste essa camisa, já sabe que uma porta está se abrindo. Ver a bolsa personalizada, meu nome, meu tamanho de roupa. Foi mágico", afirmou Luana, que, dois anos depois, em 2023, estreou em competição oficial no Torneio Internacional de Xanxerê. Continua após a publicidade Continua após a publicidade Continua após a publicidade View this post on Instagram Continua após a publicidade Continua após a publicidade Continua após a publicidade A post shared by ????? ????????? 4?? (@luana_r4) Continua após a publicidade Favoritismo no Mundial Sobre o rótulo de seleção favorita na Copa do Mundo, Luana mantém cautela. "A gente sabe da nossa qualidade. Mas o favoritismo vem de fora. Aqui dentro, somos um grupo, valorizamos o coletivo. A gente não carrega isso com a gente, só a nossa responsabilidade e a força que a gente tem enquanto grupo." Gerações e gerações Continua após a publicidade Ao refletir sobre quem abriu caminho e sobre o legado que deseja deixar, a ala destaca a importância da luta por espaço no futsal feminino. "Penso muito nas gerações anteriores. O quanto as mulheres lutaram para conquistar pequenos espaços. A gente só chegou aqui porque elas não pararam." "Minha mensagem é que as próximas gerações continuem lutando. Quando chegar a vez delas, que lutem pelas próximas. O Brasil é isso. Essa camisa é isso." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Stanley ou Termopro: qual caneca mantém a cerveja gelada por mais tempo? Doméstica é resgatada após 36 anos em condição análoga à escravidão em PE Amigo invade quarto de Virginia em Londres e encontra decoração romântica Santos vê arbitrariedade na Vila e fará reclamação formal contra a PM Makhachev cita cigarro ao elogiar Carlos Prates no UFC 322: "Como fuma o dia todo e vence?"