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Análise dos Times

Clubes Da Série B

Principal

Motivo: A matéria foca na revolta e conquistas dos clubes da Série B em relação às cotas. O tom é de apoio à reivindicação deles.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Ffu

Motivo: A FFU é apresentada como a entidade que precisa ceder às demandas dos clubes, mas também é mostrada tentando se justificar e buscar soluções.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Cbf

Motivo: A CBF é utilizada como parâmetro de comparação para os valores das cotas, sem um tom positivo ou negativo explícito em relação à sua atuação.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

América-MG Náutico CBF São Bernardo Alessandro Barcellos FFU Marcus Salum SportsMedia Bruno Pimenta

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Revolta de clubes da Série B leva FFU a aumentar cota e igualar CBF Rodrigo Mattos Colunista do UOL 09/02/2026 15h22 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Naútico já tinha cota maior garantida pela CBF na Série B Imagem: Rafael Vieira/CNC/Arquivo A Futebol Futebol União (FFU) aumentou o valor pago por direitos a clubes da Série B e igualou a cota da CBF. O movimento ocorreu em reunião após revolta das equipes da Segundona que divulgaram um manifesto contra o bloco do qual fazem parte. No Conselho Técnico da Série B, na semana passada, a CBF informou que pagaria R$ 14,9 milhões para Náutico e São Bernardo. Os dois clubes não uniram à FFU como os outros 18 da Segundona. O valor era superior aos R$ 13 a 14 milhões com descontos destinados pela FFU aos clubes. Esse valor bruto é reduzido pelo percentual destinado a investidores, por despesas de produção de imagens, comissões e custos da FFU. Josias de Souza Esquerda realiza em Portugal o sonho de Lula Mariana Sanches Trump 'passa recibo' ao criticar show de Bad Bunny Mariana Barbosa Ato pedirá punição a envolvidos no caso Master Felipe Salto É preciso limitar os supersalários públicos Além disso, a CBF se comprometeu a pagar a logística - em torno de R$ 3 milhões por clube. E os investidores da FFU tinham feito uma proposta para bancar esses custos em troca de propriedades de marketing, mas depois retiraram a oferta. Foi a partir daí que houve uma revolta dos clubes contra os investidores e a cúpula da FFU. Fizeram críticas sobre a condução da venda de direitos, à falta de transparência, a privilégios a determinados clubes, e conflito de interesses entre outros pontos. A FFU rebateu dizendo que prestava contas do dinheiro. E que as cotas aprovadas para os clubes eram de R$ 14,3 milhões em 2025. E que a proposta de ajuste das regras tinha sido adiada pelos clubes. Diante deste cenário, houve a assembleia entre clubes e FFU nesta segunda-feira de manhã. Foi aprovada a cota de R$ 14,9 milhões para cada clube sem descontos de produção - só será tirado o dinheiro do investidor. Entre os clubes, a sensação é de que conseguiram o que queria: mais dinheiro para bancar a Série B. Mas ainda há uma percepção em certos times de que o bloco tem problemas sérios por seguir uma lógica puramente financeira e não esportiva, de organização de liga. Por isso, ainda há insatisfação em relação a outros pontos levantados no manifesto. A FFU soltou uma nota exaltando o entendimento e a união após o encontro. E disse que os clubes reconheceram o esforço feito pelo bloco. "A FFU (Futebol Forte União) informa que, em assembleia realizada na manhã desta segunda-feira, com a participação dos clubes das duas divisões e dos investidores, foram debatidos temas relacionados à Série B. Mais do que as medidas adotadas, o encontro reafirmou os valores de união da entidade, diálogo e cooperação que orientam o projeto coletivo e fortalecem a relação entre as partes, com protagonismo dos clubes no processo decisório. Continua após a publicidade O entendimento construído garantiu a equidade dos valores recebidos por clubes da Série B fora da FFU, refletindo a sensibilidade de todos os associados às demandas apresentadas, bem como o compromisso com soluções que preservem a sustentabilidade financeira do projeto. "O diálogo responsável é o que permite ajustar o modelo sem comprometer sua solidez, sempre com os clubes no centro das decisões", afirmou o presidente da FFU, Alessandro Barcellos. No mesmo sentido, os clubes da Série B reconheceram o esforço feito. "Em um processo dessa dimensão, é natural que existam tensões e ajustes a serem feitos, e todos temos responsabilidade em fortalecer o projeto e preservar a coesão do grupo", declarou o presidente do América-MG, Marcus Salum. Para os investidores, o acordo reforça a estabilidade do projeto. "O novo entendimento assegura sustentabilidade financeira no curto prazo e, a partir de 2027, o modelo que destina 85% das receitas aos clubes da Série A e 15% aos clubes da Série B será determinante para a recuperação estrutural das instituições, especialmente diante das exigências do fair play financeiro", destacou Bruno Pimenta, CEO da SportsMedia. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. 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