O artigo analisa o acordo envolvendo o Flamengo e a Libra sobre cotas de televisão, evidenciando um contrato considerado ruim por parte da Libra. A matéria detalha como a disputa pela divisão da verba ligada à audiência resultou em um pagamento maior para o Flamengo e impactou a arrecadação de outros clubes da Libra.
A Sports Media, investidora da Forte Futebol União (FFU), recebeu R$ 750 milhões de um fundo administrado por investigados em operações da Polícia Federal ligadas a crime organizado e ao Banco Master. A operação, que envolveu o Fundo Miller, foi liquidada em agosto de 2025, com o dinheiro devolvido e um lucro de cerca de R$ 150 milhões para o cotista principal, a Farallon. A investigação aponta que a Trustee DTVM, administradora do Fundo Miller e executivos ligados a ela, podem ter atuado em esquema de ocultação de dinheiro.
A CBF defende a autonomia total dos clubes em uma futura liga única no Brasil, vetando a participação de investidores externos com poder de decisão comercial. A entidade promoverá um encontro com dirigentes das Séries A e B para discutir o modelo, que difere do atual "Forte Futebol União" (FFU) onde um investidor possui poder de veto.
Um órgão do Ministério do Esporte apontou possíveis irregularidades na FFU (Futebol Forte União) em relação à restrição a investidores financeiros em arranjos de ligas desportivas. A análise, a pedido de um deputado, considera que a participação de tais entidades encontra limites na legislação esportiva e constitucional, com risco de comprometer a autonomia dos clubes e a integridade das competições.
O Ministério do Esporte emitiu um parecer considerando irregular o contrato entre a Futebol Forte União (FFU) e diversos clubes brasileiros para a cessão de direitos do Campeonato Brasileiro. O documento questiona a legalidade das operações, a concentração de poder em grupos econômicos e a duração excessiva dos contratos.
Um executivo do condomínio da Futebol Forte União (FFU), Gabriel Lima, se defende no STJD contra uma representação do CSA. Ele argumenta que a corte desportiva não tem jurisdição sobre a disputa, pois a FFU não organiza competições esportivas, mas sim interesses de seus associados. Lima também alega que não cometeu infrações disciplinares de caráter esportivo.
O CSA acusa a Futebol Forte União (FFU) de interferência de investidores em suas decisões, o que levou o clube a acionar o STJD e a Comissão de Ética do Futebol Brasileiro. A petição busca afastar temporariamente Gabriel Lima, administrador do condomínio da FFU, das atividades internas da associação. O clube alega que investidores da FFU estariam controlando o processo deliberativo do bloco.
A CBF convocou os clubes brasileiros para uma reunião em 6 de abril, no Rio de Janeiro, com o objetivo de unificar as ligas de futebol do país. A entidade busca integrar os blocos da Libra e da FFU em um único projeto comum para elevar o futebol nacional em organização, competitividade e relevância global. Essa iniciativa atende a uma demanda dos clubes por maior participação na consolidação de uma liga única.
O artigo discute a proposta da Forte Futebol União (FFU) para a criação de uma Liga no futebol brasileiro, em meio ao desmantelamento da Libra e à atuação da CBF. A FFU busca negociar com a CBF e a Libra para formar uma Liga que aumente a relevância do Campeonato Brasileiro, respeitando contratos existentes com investidores.
A Futebol Forte União (FFU) celebra um aumento médio de R$ 35 milhões nos direitos de TV do Brasileirão por clube, comparando 2024 com 2025. Esse crescimento, que poderia ser ainda maior sem repasses a investidores, reflete a nova estrutura de comercialização dos direitos, com valores que praticamente dobraram na comparação de ciclos contratuais.
O Atlético Mineiro e o Vitória obtiveram aprovação interna e da FFU para ingressarem na entidade. Com isso, trinta clubes integram a Forte Futebol União, enquanto a Libra enfrenta dificuldades e pode ser extinta ou reduzida. A FFU se apresenta como um modelo promissor para a criação de uma liga de futebol no Brasil.
A Futebol Forte União (FFU) cancelou a votação sobre a adesão de um novo clube em sua assembleia, prevista para esta segunda-feira. A decisão ocorreu após questionamentos sobre a convocação da reunião e a falta de clareza sobre as condições contratuais do novo membro, que seria o Grêmio. Diversos clubes expressaram preocupação com a segurança jurídica e a transparência do processo.
Clubes filiados à Futebol Forte União (FFU) relatam pressão, supostamente ligada à CBF, para adiar a votação que decidiria a entrada do Grêmio na entidade. O Grêmio adiou a votação de seu Conselho Deliberativo, enquanto a FFU definirá a aprovação de um novo filiado.
O CSA obteve uma liminar na Justiça de Alagoas que lhe garante o direito de votar em uma assembleia da Futebol Forte União (FFU) sobre a aceitação de novos clubes. A decisão surge em meio à possibilidade de o Grêmio deixar a Libra e se juntar à FFU, o que impactaria a divisão de receitas.
O CSA entrou com uma ação judicial contra a Futebol Forte União (FFU) com o objetivo de impedir a entrada do Grêmio na entidade. O clube alagoano contesta as regras de votação da FFU e busca ter direito a veto na admissão de novos membros, alegando que a entrada de mais clubes pode diluir suas próprias receitas e criar desigualdades.
O Goiás enviou uma notificação extrajudicial à Futebol Forte União (FFU) questionando a admissão do Grêmio como novo membro do bloco comercial. O clube goiano se opõe à entrada dos gaúchos sem discussão em assembleia e teme a diluição do dinheiro e a concessão de privilégios, como os já existentes para outros cinco clubes da FFU.
O Grêmio decidiu migrar do bloco de negociação Libra para o Futebol Forte União (FFU) para direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. A mudança, que deve ser votada em 17 de março, visa obter maior sucesso nas negociações e potencial de arrecadação, com foco na antecipação de receitas de TV.
A Libra, liga de futebol, enfrenta uma crise existencial com a retirada da oferta de empréstimo de um banco e desentendimentos internos. O Grêmio é o primeiro clube a preparar sua saída, com São Paulo e Santos também considerando migrar para a Forte Futebol União (FFU). A liga sofre com a falta de liderança e um contrato falho com a Globo, agravando sua fragilidade.
Três conselheiros do Sport tentam anular um contrato de dois anos atrás com a Liga Forte União, que rendeu mais de R$ 200 milhões ao clube. Apesar de o Sport negar envolvimento oficial, a ação levanta questões sobre a responsabilidade em caso de cancelamento e o resíduo de contratos anteriores. O CADE liberou a expansão das ligas, considerando os acordos válidos.
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) fechou acordo com a Libra e a FFU, blocos comerciais de clubes de futebol brasileiro. Cinco clubes da Libra – Flamengo, Palmeiras, Grêmio, Santos e São Paulo – dividirão um pagamento de R$ 559 mil como contrapartida pela liberação dos blocos para atrair novos membros. O acordo visa garantir a livre concorrência e encerra investigações sobre possíveis irregularidades na formação dos grupos.