A ginasta Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na final da trave do Mundial de Ginástica Artística, em Roterdã, com 14,300 pontos. Ela ficou atrás apenas da argelina Kaylia Nemour (ouro) e da chinesa Zhang Qingying (prata), que empataram com 14,566 pontos, com a decisão no critério de desempate. Esta é a terceira medalha de Flávia em Mundiais e iguala o melhor resultado do Brasil na trave, alcançado por Rebeca Andrade em 2023.
A ginasta brasileira Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na final da trave no Mundial de Ginástica, realizado em Roterdã, na Holanda. Com uma prova consistente e poucas falhas, obteve a nota total de 14.300, ficando atrás apenas de Kaylia Nemour (ouro) e Qingying Zhang (prata). O bronze encerra a participação do Brasil no Mundial, que também contou com o ouro de Rebeca Andrade no salto.
A ginasta brasileira Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na trave no Campeonato Mundial de Ginástica Artística, disputado em Roterdã, nos Países Baixos. Foi a primeira medalha mundial da atleta neste aparelho, somando a terceira medalha em mundiais da carreira. A argelina Kaylia Nemour ficou com o ouro e a chinesa Qingying Zhang com a prata.
A ginasta Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na trave no Mundial de Ginástica Artística de 2026, em Roterdã, alcançando o melhor resultado da carreira no aparelho. Foi apenas a segunda medalha brasileira na trave em Mundiais, depois do bronze de Rebeca Andrade em 2023. A matéria também detalha os caminhos de classificação da atleta e do Brasil para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
A ginasta brasileira Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na final da trave no Mundial de Ginástica Artística, realizado em Roterdã, na Holanda, com nota total de 14,300. Ela ficou atrás da argelina Kaylia Nemour, que levou o ouro no desempate pela nota de execução, e da chinesa Zhang Qingying. Esta foi a primeira medalha de Flávia em Mundiais na trave, seu principal aparelho.
O Comitê Olímpico do Brasil anunciou a morte de Chiaki Ishii, primeiro medalhista olímpico do judô brasileiro, aos 85 anos. Ishii conquistou bronze no Mundial de 1971 e nos Jogos Olímpicos de Munique 1972, além de ter naturalizado-se brasileiro em 1969. O artigo traz homenagens do COB e da Confederação Brasileira de Judô, destacando seu legado como pioneiro e mestre.
O brasileiro Gui Khury conquistou a medalha de bronze na final masculina do Mundial de Skate Park, em Assunção, com 92.15 pontos. Augusto Akio terminou em quarto lugar e Kalani Konig em oitavo, enquanto Raicca Ventura ficou em sétimo no feminino. Esta é a segunda medalha de Gui Khury nos Jogos Mundiais de Skate 2026, após a prata conquistada na modalidade vert.
Hugo Calderano encara Félix Lebrun nas quartas de final do China Smash 2026, em reedição do confronto que deu o bronze ao francês nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro chega invicto ao torneio, sem perder sets em suas três partidas. A matéria traz ainda um balanço do retrospecto desfavorável de Calderano contra Lebrun, com três vitórias e cinco derrotas.
O carateca Rafael Nascimento, de Patos de Minas, conquistou a medalha de bronze no Pan-Americano de Karatê, realizado em Macaé, após se recuperar de uma lesão no joelho. O atleta superou diversos adversários em lutas emocionantes e dedicou a conquista a sua família, destacando a importância do apoio emocional.
Caio Bonfim conquistou a medalha de bronze na prova de 10km do GP de Madri de marcha atlética. O brasileiro completou o percurso em 39min32s, garantindo seu lugar no pódio em mais uma competição importante. O evento na Espanha valeu pontos para o ranking mundial e contou com atletas de destaque.
Aos 46 anos, o nadador brasileiro Nicholas Santos conquistou a medalha de bronze nos 50m borboleta no Mare Nostrum Barcelona. Esta competição marca seu retorno ao alto rendimento após três anos afastado, com a conquista reforçando sua longevidade e desempenho na natação.
Isaquias Queiroz conquistou a medalha de ouro na prova C1 500m da Copa do Mundo de canoagem velocidade em Brandemburgo. Gabriel Assunção garantiu o bronze na mesma disputa, enquanto Fernando Rufino, Giovane Vieira e Luis Carlos Cardoso também subiram ao pódio em provas paralímpicas.
Atletas da Baixada Santista, incluindo Mayara Ramos, Thalia Oliveira e Mauri Vicente Júnior, conquistaram três medalhas de bronze no Campeonato Pan-Americano de Wrestling, realizado nos Estados Unidos. Com esses resultados, a região contabiliza quatro medalhas na competição continental, sendo metade das oito conquistadas pelo Brasil.
Rafaela Silva conquistou a medalha de bronze no Grand Slam do Cazaquistão de judô, na categoria até 63kg. Com o resultado, a brasileira deve subir para a segunda posição no ranking mundial. Outros atletas brasileiros, como Nauana Silva e David Lima, também conquistaram medalhas de bronze na competição.
O lutador santista Gustavo Augusto conquistou duas medalhas de bronze no Campeonato Brasileiro de Jiu-Jítsu, nas categorias peso-médio e absoluto da faixa marrom. Apesar de lesões durante a preparação, o atleta demonstrou resiliência e agora sonha em disputar o Mundial nos EUA, embora enfrente dificuldades para obter o visto americano.
Bernardinho convocou a primeira lista da seleção masculina de vôlei para a Liga das Nações, com foco em resultados e planejamento para futuras competições. Paralelamente, a equipe brasileira conquistou o bronze na Liga das Nações ao vencer a Eslovênia, demonstrando a eficácia do trabalho em andamento.
Caio Bonfim conquistou a medalha de bronze na meia-maratona do Mundial de Marcha Atlética em Brasília. O atleta brasileiro, emocionado com a conquista em casa, dedicou a medalha ao público e celebrou o feito inédito em sua carreira.
Hugo Calderano foi derrotado pelo chinês Wang Chuqin na semifinal da Copa do Mundo de tênis de mesa, garantindo a medalha de bronze. O brasileiro, atual campeão e terceiro do mundo, perdeu por 4 sets a 1 para o líder do ranking, encerrando sua busca pelo bicampeonato consecutivo.
O judoca santista Felipe Amorim conquistou a medalha de bronze na Copa do Mundo de Judô para cegos, realizada na Geórgia. Com o resultado, o atleta se mantém na segunda posição do ranking mundial em sua categoria, visando agora a classificação para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.
Guilherme Schimidt conquistou a medalha de bronze no Grand Slam de Judô de Tbilisi, na categoria até 90 kg. O resultado é significativo após sua recuperação de uma lesão séria, mudança de clube e adaptação a uma nova categoria de peso.