O colunista Mauro Cezar Pereira traça um balanço da trajetória de Lionel Messi pela seleção argentina, da estreia conturbada em 2005 até a despedida após seis Copas do Mundo, 207 jogos e 125 gols. O texto relembra as frustrações iniciais, as finais perdidas e a virada com os títulos da Copa América 2021, da Finalíssima e da Copa de 2022. Para o autor, Messi conquistou a glória máxima para um jogador argentino: ser eternizado ao lado de Diego Maradona, o D10S.