O colunista argumenta que, superadas as eleições e a turbulência das casas de apostas, é hora de os clubes brasileiros construírem um projeto conjunto para o futebol nacional, complementando a liderança da CBF na liga única. O texto defende a internacionalização do futebol brasileiro como produto, com marca própria, padrão de transmissão e inovações. O autor conclui cobrando protagonismo dos 12 grandes clubes, citando o Flamengo como exemplo de liderança.