O artigo critica veementemente a proposta de compra da 'marca' Pelé pela empresa que administra Neymar. A autora argumenta que Pelé transcende a ideia de uma marca, sendo um ícone cultural e um estado de espírito que não deveria ser explorado comercialmente pela iniciativa privada. Propõe que Pelé se torne domínio público com um espaço de memória no Brasil.