A colunista Milly Lacombe critica as primeiras articulações do presidente reeleito Lula para a formação de seu novo governo, apontando indicações de homens brancos para o STF e postos-chave do Executivo. O texto alerta que a defesa do ajuste fiscal e do teto de gastos, possivelmente com Rafael Fonteles na Fazenda, representaria uma traição aos grupos que o elegeram, como idosos, estudantes, mulheres e classe trabalhadora.
A colunista Milly Lacombe critica duramente o mercado financeiro brasileiro, conhecido como Faria Lima, por errar todas as projeções que apontavam a vitória de Flávio Bolsonaro sobre Lula no segundo turno das eleições. A autora celebra a vitória de Lula por mais de quatro milhões de votos e argumenta que a paixão popular não cabe em planilhas e cálculos. O texto conclui defendendo a mobilização popular contra o fascismo, afirmando que nenhuma força do mercado financeiro poderá impedir a revolução.