O artigo analisa o caminho atípico de Kimi Antonelli até a Fórmula 1: com apoio da Mercedes, o italiano pulou a Fórmula 3 e foi da Fórmula Regional direto para a F2. O texto explica como funciona a escada de categorias da FIA e o sistema de pontos da Superlicença, usando Max Verstappen como precedente histórico. Ao final, questiona se a preparação individualizada por equipes, com testes e simuladores, pode substituir a progressão tradicional pelas categorias de base.