Gabriel Bortoleto, piloto da Audi, avalia positivamente as recentes mudanças nas regras da Fórmula 1 para 2026, considerando-as um 'passo na direção certa'. As alterações visam principalmente aprimorar a classificação e o gerenciamento de energia, atendendo a queixas dos pilotos e melhorando a segurança. Embora ainda não tenha testado as mudanças na pista, Bortoleto teve impressões positivas em simulações, apesar de crer que a Audi não será diretamente beneficiada nas largadas.
Oscar Piastri, piloto da McLaren, elogiou a Fórmula 1 e a FIA por ouvirem os pilotos e implementarem mudanças nas regras para 2026. As alterações visam aumentar a emoção nas classificações e reduzir diferenças perigosas de velocidade nas corridas, abordando o problema do "superclipping" na gestão de energia dos carros.
A FIA anunciou que o treino livre do GP de Miami de Fórmula 1 terá 1h30 de duração, estendido em 30 minutos. A mudança visa permitir que pilotos e equipes se adaptem a novas regras no regulamento técnico, especialmente sobre motores e recuperação de energia, após um intervalo de cinco semanas sem corridas. Outras atividades de pista da F1 e F2 também foram reagendadas.
A Fórmula 1 implementou uma série de ajustes no regulamento de 2026, visando corrigir problemas como a artificialidade das ultrapassagens e a baixa exigência de talento na classificação. As mudanças focam em aumentar a potência de armazenamento de energia, reduzir a necessidade de economia e melhorar a segurança, especialmente em largadas e em condições de chuva. A eficácia desses ajustes, no entanto, só será comprovada nas próximas corridas.
A FIA anunciou mudanças significativas no regulamento da Fórmula 1 para 2026, focando em classificações, segurança em corridas, largadas e disputas na chuva. As alterações visam tornar as corridas mais seguras e dar mais liberdade aos pilotos, com a maioria das regras valendo a partir do GP de Miami.
Um grave acidente em uma etapa do Rali Sul-Americano na Argentina resultou na morte de um espectador e deixou dois feridos após um carro capotar e atingir o público. O incidente, que ocorreu em alta velocidade e sem barreiras de proteção, levou ao cancelamento da competição. A FIA lamentou o ocorrido e se comprometeu a auxiliar na investigação, que também se soma a outra fatalidade ocorrida no automobilismo no mesmo final de semana.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) divulgou um estudo que aponta a economia anual de cerca de R$ 78 milhões com o trabalho de voluntários na Fórmula 1. O relatório detalha o valor do trabalho não remunerado, o custo de captação e treinamento dos voluntários, e a importância destes para a realização das corridas.
O acidente de Oliver Bearman no GP do Japão de Fórmula 1 reacendeu o debate sobre o novo regulamento técnico da categoria. Pilotos como Max Verstappen e Carlos Sainz criticaram o sistema de recuperação de energia, que causa desacelerações súbitas e riscos de colisões graves. As queixas visam alertar a FIA sobre a necessidade de mudanças para garantir a segurança.
A Fórmula 1, em conjunto com a FIA, equipes e fabricantes, anunciou uma redução no limite de recarga de energia permitido durante a classificação para o GP do Japão. A mudança, de 9,0 para 8,0 megajoules, visa manter o equilíbrio entre o uso de energia e o desempenho dos pilotos. O ajuste é visto como uma adaptação pontual às regras de 2026.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) confirmou o cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita, que ocorreriam em abril de 2026. A decisão foi tomada devido à escalada do conflito no Oriente Médio entre Estados Unidos/Israel e Irã. Com isso, o calendário da temporada fica com 22 corridas, e as etapas não serão substituídas.
A Fórmula 1 está considerando alterar as regras de gestão de energia dos carros após o GP da China, devido a reclamações de pilotos e equipes sobre a dependência excessiva da bateria e a dificuldade na recuperação de energia. Nikolas Tombazis, da FIA, indicou que a entidade possui "cartas na manga" para aprimorar o cenário, com possíveis mudanças já para o GP do Japão. As novas regras de 2026 aumentaram a importância da parte elétrica dos carros, gerando efeitos colaterais como o "superclipping" e comparações com o jogo Mario Kart.
George Russell, piloto da Mercedes, foi considerado culpado pela FIA por um incidente com Arvid Lindblad durante o segundo treino livre do GP da Austrália de F1. O incidente ocorreu na saída dos boxes, onde Russell acelerou lentamente e foi tocado pelo novato, resultando em uma reprimenda para Russell.
A temporada de F1 e WEC está em risco devido à guerra no Oriente Médio e ao fechamento do espaço aéreo regional, impactando a logística. A FIA, liderada por Mohammed Ben Sulayem, prioriza a segurança de competidores e funcionários, monitorando a situação no Bahrein e Arábia Saudita e avaliando possíveis alterações no calendário de 2026.
A Fórmula 1 e a FIA estão monitorando de perto os desdobramentos do ataque do Irã ao Oriente Médio, que já gerou cancelamento de testes no Bahrein e impacta a logística para o GP da Austrália. Organizações esportivas buscam garantir a segurança e estabilidade dos eventos, com planos de contingência para possíveis alterações no calendário.
A Fórmula 1 anunciou mudanças no regulamento para a temporada de 2026. A qualificação terá um Q3 ampliado para 13 minutos, mantendo 10 carros na disputa pela pole position. Além disso, o GP de Mônaco deixará de ter a obrigatoriedade de dois pit stops.
A FIA divulgou uma simulação virtual do carro de Fórmula 1 de 2026 em Mônaco, destacando novas características aerodinâmicas e um motor híbrido com foco em sustentabilidade. As mudanças incluem um carro mais estreito, asa traseira simplificada e a introdução da aerodinâmica ativa.
A Fórmula 1 e a FIA detalharam as novidades para o carro de 2026, apresentando novas imagens e explicações sobre os termos técnicos. As principais mudanças incluem a introdução de aerodinâmica ativa, a substituição do DRS pelo modo de ultrapassagem com energia elétrica extra e o foco em sustentabilidade com motores híbridos e combustíveis 100% renováveis.
A Fórmula 1 e a FIA apresentaram projeções e detalhes técnicos dos carros de 2026, que incluirão aerodinâmica ativa e dimensões reduzidas. As mudanças visam aumentar a performance e a agilidade, preparando a categoria para um espetáculo mais emocionante.
Mohammed ben Sulayem foi reeleito presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) sem oposição. A eleição ocorreu em Tashkent, Uzbequistão, e o dirigente permanecerá no cargo até 2029. Apesar de outros nomes terem surgido como potenciais candidatos, regras de candidatura impediram a participação de todos.
A Fórmula 1 e a Federação Internacional do Automobilismo (FIA) renovaram o Pacto de Concórdia, que definirá as regras da categoria de 2026 a 2030. O novo acordo permitirá maior intervenção da FIA em áreas como regulação de corridas e direção de provas, além de um peso maior em votações, impactando a gestão do esporte.