Colunista analisa o empate sem gols do Flamengo contra o Estudiantes, em La Plata, pela semifinal da Libertadores, criticando o desempenho apático do time. O texto argumenta que o problema do clube não é financeiro, mas de gestão de futebol, destacando a demissão de Filipe Luís e a dependência de Arrascaeta. A autora defende que a escolha do técnico Leonardo Jardim e a obsessão da diretoria com patrocínio de bets são os pontos fracos do momento rubro-negro.
O artigo compara a estrutura de gestão do Vasco e do Boca Juniors, que se enfrentam na semifinal da Copa Sul-Americana. Ambos os clubes apostam em ex-jogadores ídolos em cargos de direção: no Vasco, Pedrinho é presidente e Felipe é diretor técnico; no Boca, Juan Román Riquelme preside o clube com outros ex-jogadores em funções estratégicas. O texto destaca como essa presença de ídolos reforça a ligação dos clubes com suas histórias.