O artigo discute a pena leve aplicada a Bruno Henrique pelo STJD, que resultou apenas em multa, e como essa decisão expõe a fragilidade da legislação esportiva brasileira. A análise aponta uma lacuna no Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) em relação a condutas de jogadores que compartilham informações privilegiadas para favorecer apostas.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu que a informação privilegiada sobre um cartão amarelo proposital de um jogador não constitui um ato grave. Essa decisão, referente ao caso de Bruno Henrique, do Flamengo, permite que jogadores e seus familiares lucrem com apostas, apesar de uma multa aplicada, considerada irrisória.