A coluna analisa a eleição da Bola de Ouro de 2026, apontada como a mais imprevisível dos últimos 25 anos por não ter favorito claro, com candidatos como Dembélé, Harry Kane, Mbappé, Rodri, Lamine Yamal e Messi. O texto compara o cenário atual com o de 2001, quando Michael Owen venceu a Bola de Ouro mas ficou apenas em oitavo na premiação da FIFA, vencida por Luís Figo.
O artigo discute os possíveis candidatos que poderiam disputar a eleição presidencial da Fifa em 2027 contra Gianni Infantino, como Luís Figo, Arsene Wenger e Michele Kang. A reportagem detalha o contexto político do futebol mundial, incluindo a oposição de Uefa, Concacaf e confederação asiática à proposta de venda de direitos comerciais da Copa do Mundo, e o apoio africano a Infantino.
Juca Kfouri analisa a crise entre Cristiano Ronaldo e o técnico Jorge Jesus, que deixou o craque no banco no jogo de Portugal contra a Noruega pela Liga das Nações, levando o jogador a romper com a seleção portuguesa em sua busca pelos 1000 gols. O colunista argumenta que o episódio explica a opção da CBF por Carlo Ancelotti em vez de Jorge Jesus, já que o português dificilmente convocaria Neymar, dispensado por ele no Al-Hilal.