O artigo critica a gestão e o comportamento de Bap, presidente do Flamengo, destacando seu sucesso financeiro e esportivo em 2025, mas condenando sua atitude misógina para com a comentarista Renata Mendonça. A análise compara sua gestão bestial a um comportamento de besta, ressaltando a grosseria em suas respostas e a falta de respeito pelo futebol feminino.