A matéria narra o resgate inesperado da velejadora Tércia Figueiredo pelo jogador de futebol Romário em 1995. Tércia, que também é atleta paralímpica do tiro com arco, relata o "choque" ao ser salva pelo ídolo e a cordialidade demonstrada por ele. O artigo também aborda sua trajetória esportiva, incluindo um acidente que a levou a se tornar cadeirante e sua posterior dedicação ao tiro com arco.