O artigo marca a aposentadoria definitiva de Lionel Messi da seleção argentina, em partida contra o Benim, e reflete sobre o que o país pode aprender com a transição pós-Maradona após a Copa de 1994. Relembra o processo traumático marcado pelo doping de Maradona, pela gestão disciplinadora de Daniel Passarella e pelas eliminações precoces de 1998 e 2002 até a ascensão de Messi. Conclui que, apesar da despedida, a Argentina de Lionel Scaloni manterá um elenco repleto de estrelas, embora os torcedores sintam falta do genial camisa 10.