A Conmebol garantiu que a crise do Ueno Bank, que provocou a renúncia do presidente paraguaio Santiago Peña, não afetará a organização das finais da Libertadores e da Sul-Americana. A entidade mantém US$ 14 milhões investidos no banco paraguaio, valor equivalente a cerca de 2,5% de sua receita, sem impacto no fluxo financeiro. O texto detalha ainda os prêmios das decisões e os patrocínios do Ueno a clubes e competições do futebol sul-americano.
A Conmebol possui US$ 14 milhões (R$ 77 milhões) retidos no Ueno Bank, que entrou em colapso e provocou crise financeira e política no Paraguai. O banco, que patrocinava a Sul-Americana, terá o acordo suspenso e provavelmente extinto. A confederação afirma que não haverá impacto nas operações, incluindo as finais da Libertadores e da Sul-Americana, já que o valor retido representa apenas 2,5% da receita anual.
O escândalo financeiro do Ueno Bank, que culminou na renúncia do presidente paraguaio Santiago Peña, tem grande impacto no futebol do país, já que o banco patrocinava a seleção e os principais clubes. A matéria detalha os acordos firmados desde 2023 com a APF, Olimpia, Cerro Porteño, Sportivo Luqueño, Recoleta e Guaraní, incluindo direitos de nome de estádios. Após o anúncio do Banco Central do Paraguai, o Olimpia rompeu o contrato e clubes e entidades iniciaram a retirada da marca dos uniformes e arenas.