O argentino Brian Muhs, fundador e presidente do consulado do Boca Juniors no Rio de Janeiro, adotou o Vasco como time a torcer no Brasil após se encantar pela torcida e pelo clima em São Januário. Ele comentará o confronto entre os dois clubes nas semifinais da Copa Sul-Americana e defende que o jogo de volta aconteça no Maracanã, cuja definição de localidade ainda é alvo de batalha judicial.
O artigo traça perfis paralelos de Pedrinho (Vasco) e Riquelme (Boca Juniors), ídolos históricos de seus clubes que hoje são presidentes e se reencontram na semifinal da Copa Sul-Americana de 2026. O texto detalha trajetórias de conquistas como jogadores, a transição para a gestão e os jejuns de títulos que ambos buscam encerrar como dirigentes.
A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de liminar do Vasco para mandar a semifinal contra o Boca Juniors no Maracanã, argumentando que a controvérsia técnica exige análise mais aprofundada, embora o mérito da ação ainda possa ser julgado e o clube possa recorrer. Paralelamente, o Vasco segue tentando viabilizar São Januário, que obteve parecer favorável do Corpo de Bombeiros para ampliar a capacidade a 24 mil lugares, ainda abaixo do mínimo de 30 mil exigido pela Conmebol. O clube precisa definir o estádio até 10 de outubro.