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Futebol São Paulo: Votação pela expulsão de diretores do caso de camarote é marcada Valentin Furlan Do UOL, em São Paulo 31/03/2026 17h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Douglas Schwartzmann, novo secretário-geral do São Paulo Imagem: Divulgação/São Paulo A votação no Conselho Deliberativo do São Paulo pela expulsão de Douglas Schwartzmann e Mara Casares tem data marcada: dia 8 de abril. Data marcada Presidente do casa, Olten Ayres de Abreu definiu a data do pleito nesta terça-feira. A pauta, encaminhada a Olten após recomendação unânime da Comissão de Ética pela expulsão da dupla, é pela saída de ambos não só do Conselho, mas também do clube. Julio Gomes O coquetel do desastre da seleção italiana Casagrande O fundo do poço da Itália, uma seleção previsível Carla Araújo Demora de Lula sobre Messias incomoda aliados Josias de Souza Eduardo virou estorvo para irmão e para cárcere do pai A decisão foi anunciada na manhã desta segunda-feira por Luiz Braga, relator responsável pelo caso. Os cinco membros da Comissão decidiram pela pena máxima. Com a recomendação de pena máxima, Douglas Schwartzmann e Mara Casares foram encaminhados para exclusão do quadro associativo do São Paulo. O caso de Douglas envolve também a perda de mandato, visto que o ex-diretor adjunto da base é conselheiro vitalício do clube. Já Mara Casares renunciou ao cargo de conselheira eleita em dezembro de 2025, em meio ao auge da repercussão do caso. A Comissão encaminhou a ex-diretora feminina, cultural e de eventos do São Paulo para exclusão do quadro de sócios. O quórum para aprovação é de maioria qualificada da casa — ou seja, dois terços dos 254 conselheiros aptos, hoje, ao voto, e a votação, fechada. Relembre o caso Schwartzmann e Mara Casares protagonizaram um áudio no qual falam de uma suposta comercialização ilegal de ingressos de um camarote para o show da cantora Shakira , que ocorreu em fevereiro do ano passado, no Morumbis. Ambos seguem afastados e alvos de sindicância interna. Continua após a publicidade O nome do Marcio Carlomagno, considerado internamente o 'braço direito' de Casares , indicado pelo mandatário como superintendente geral do clube no CT da Barra Funda e até então principal nome da situação política para a eleição presidencial do clube em 2026, também foi citado no áudio. Douglas reconhece que a operação foi clandestina , afirma que Carlomagno tinha conhecimento dos fatos e demonstra preocupação com os reflexos internos no clube, incluindo o risco de punições e desgaste político para os envolvidos. O camarote envolvido é o 3A, localizado no setor leste do estádio e registrado nos sistemas internos como "sala da presidência". Mara Casares teria recebido de Carlomagno o direito de uso do camarote 3A do estádio e repassado o espaço para exploração comercial no show de Shakira, em fevereiro. A venda dos ingressos ficou a cargo de Rita de Cássia Adriana Prado, que faturou cerca de R$ 132 mil com entradas de até R$ 2.100. O caso avançou para a esfera judicial após Adriana acionar uma empresa parceira por suposta apropriação de ingressos sem pagamento. Com o boletim de ocorrência e o processo em andamento, Douglas Schwartzmann e Mara passaram a pressioná-la para retirar a ação. O escândalo foi o que fomentou o afastamento dos diretores, alvos de auditorias interna e externa, bem como o processo de impeachment que culminou na renúncia de Casares à cadeira de presidente. Carlomagno acabou tendo demissão encaminhada dois dias depois de Harry Massis Júnior assumir a presidência do clube. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Aposta simples de GO e bolão do AM acertam Lotofácil e levam R$ 3,5 milhões Mega-Sena acumula, e prêmio vai a R$ 7,5 milhões; veja as dezenas sorteadas Corinthians usa crédito, quita dívida com o Shakhtar e evita transfer ban Nunes Marques determina que Rodrigo Manga reassuma Prefeitura de Sorocaba Por que fiança de tenente da PM que matou empresário em SP custou R$ 3.000?