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O Corinthians busca opções no mercado para aumentar as receitas do clube em meio à proibição das casas de apostas no Brasil , após uma medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva .
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O objetivo do clube é fechar acordos pontuais para os jogos restantes da temporada. A diretoria pede R$ 1,2 milhão por partida. Os valores, no entanto, podem variar de acordo com a força de cada confronto. Clássicos e partidas com maior exposição nas transmissões são considerados nas negociações.
A informação foi divulgada inicialmente pelo jornalista Marcelo Braga e confirmada pelo Lance! .
Com esse cenário, o Corinthians negocia um acordo com um novo patrocinador . O Lance! apurou que a empresa, que ainda tem o nome mantido em sigilo, atua no segmento de educação financeira.
Inicialmente, a negociação prevê um patrocínio pontual no espaço máster do uniforme da equipe. Existe, porém, a possibilidade de a empresa ocupar outra área da camisa caso o acordo para a posição principal não seja concluído.
Neste momento, as tratativas estão sendo conduzidas entre os departamentos de marketing e financeiro do Corinthians e representantes da empresa. As partes ainda discutem os detalhes da possível parceria.
O clube entende que a empresa também poderia permanecer como patrocinadora, mesmo com o eventual retorno das casas de apostas. A avaliação interna é de que uma parceria voltada à conscientização, à educação financeira e ao uso das bets pode coexistir com o segmento.
O Corinthians vive um momento de apreensão em relação aos patrocinadores. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou uma medida provisória que proíbe as bets no Brasil. Com isso, o clube, que tem a Esportes da Sorte como patrocinadora, pode sofrer um impacto significativo em suas contas .
O Corinthians tem contrato com a Esportes da Sorte até o fim de 2029. O acordo prevê R$ 150 milhões fixos por ano, além de R$ 10 milhões destinados a ativações de marketing e outros mecanismos de performance.
Considerando apenas os valores fixos da negociação com a Esportes da Sorte , sem contar bonificações e outros mecanismos de performance, o clube pode deixar de receber R$ 450 milhões até o fim do vínculo.