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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: Citado como exemplo de sucesso em profissionalização e governança, colhendo frutos de método e políticas sérias.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Flamengo

Principal

Motivo: Citado como exemplo de sucesso em profissionalização e governança, colhendo frutos de método e políticas sérias.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Mencionado como exemplo de clube que já havia caído, representando a falta de profissionalismo e o improviso abordados na crítica.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Sport Palmeiras CBF

Conteúdo Original

Opinião Esporte O Brasileiro mostrou a lição. A maioria ainda insiste em não aprender Andrei Kampff Colunista do UOL 08/12/2025 09h36 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Não faltou emoção na última rodada do Brasileiro. Mas a tensão não estava na briga pelo título, e sim no desespero para escapar da temida segundona. Clubes populares caindo ou quase caindo. Grandes investimentos flertando com o rebaixamento. Quais? Para o que importa aqui, isso é irrelevante. O essencial é entender: o futebol ensina - e muitos insistem em não acompanhar as aulas . A lição vale para todos os clubes que chegaram ao fim da temporada apostando mais na fé do que no trabalho. Inclusive para o Sport, que já havia caído algumas rodadas antes. A hora de agir é agora. Josias de Souza Flávio tem preço, mas resta saber se tem quem compre Letícia Casado Michelle Bolsonaro busca espaço na cúpula do PL Felipe Salto Juros altos e espasmos do PIB: uma história sem fim Juca Kfouri E os dois times cearenses caíram; uma tristeza! Quando um clube entra num ano de transição, não há espaço para improviso. Não existe solução mágica, salvador da pátria, "gestão por feeling". É hora de revolução de gestão . Uma revolução que começa com algo simples de dizer e difícil de implementar: profissionalizar . Não é fácil, fuja de alguém se disser que é. Exige mudança de cultura, times mais baratos, contratações pontuais, se afastar do protagonismo desportivo do jogo por um tempo. Quem topa? Contratar auditoria independente, estruturar um projeto de integridade externo, revisar contratos, entender dívidas, mapear riscos, publicar políticas internas e criar um código de ética que não seja peça de gaveta — só alguns exemplos. É trabalho duro, técnico, metódico. Exatamente o contrário do que muitos clubes se acostumaram a fazer. Dois clubes toparam esse processo. Palmeiras e Flamengo viveram processos longos de reconstrução. Implementaram políticas sérias, sustentadas em governança. Estão colhendo frutos não por acaso, mas por método. Sabem o que plantam e, portanto, sabem o que colherão. Uma crise pode afetar a safra, claro; mas dentro das condições normais de temperatura e pressão, fica mais fácil de saber o que eles disputarão. A verdade é que não existe caminho fácil. Existe caminho possível e ele passa por mudança de cultura. Continua após a publicidade A profissionalização deixou de ser discurso e virou obrigação. A Lei Geral do Esporte tipificou a corrupção privada e elevou a régua de responsabilização. O licenciamento de clubes cobra transparência, regularidade financeira e controles internos. O Transfer Ban mostra, ano após ano, que o futebol global não tolera amadorismo: se não paga, não registra. E agora o Fair Play Financeiro da CBF chega para fechar o cerco: gastar o que se pode, planejar o fluxo financeiro, cumprir contratos. As regras estão mais duras. O futebol e o Estado vigiam cada passo da má gestão. O que repito sempre nas conversas com dirigentes é simples: investir em compliance deixou de ser compromisso moral, adequação legal ou discurso bonito. Virou sobrevivência. Todos os anos, o futebol brasileiro expõe isso. O abismo não aparece de repente; ele é construído com microdecisões ruins, improvisos sucessivos, promessas sem lastro, finanças sem controle. Quando o rebaixamento chega, muitos tratam como fatalidade. Mas, quase sempre, ele foi gestão. E aqui está a grande lição que o campeonato insiste em repetir, mas que tantos se negam a enxergar: só existe caminho para vencer quando se investe em profissionalismo . Porque, no fim, o que empurra um clube para baixo não é azar, é a recusa em mudar. Continua após a publicidade E o que pode salvá-lo nem sempre será a fé, mas a gestão. Nos siga nas redes sociais: @leiemcampo Este conteúdo tem o patrocínio do Rei do Pitaco. Seja um rei, seja o Rei do Pitaco. Acesse: www.reidopitaco.com.br . Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Lei em Campo por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Com R$ 1 bilhão para gastar, Flamengo quer goleiro, zagueiro e atacantes 'Não estou aqui para entregar colega, nem para proteger', disse Bacellar à PF sobre TH Joias Flávio tem preço, mas resta saber se tem quem compre Igrejas questionam projeto de lei que proíbe mudanças na Bíblia Sobrado desaba, deixa 16 feridos e uma vítima presa sob escombros no RJ