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Voz do Setorista: Botafogo busca por reforços até o fim da janela de transferências A Justiça do Rio de Janeiro recusou o pedido do Botafogo social de incluir John Textor como réu no processo que corre em segredo de Justiça, na 23ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A decisão é do juiz Marcelo Mondego de Carvalho Lima, da 2ª Vara Empresarial do TJ-RJ. + Textor é retirado do comando da Eagle e promete briga: "Guerra civil" + Quando Medina pode estrear? Veja previsão e regulamento Em novembro, o clube associativo entrou com um agravo pedindo que a Eagle fizesse o pagamento de R$ 155,4 milhões como forma de caução. Na ação, solicita também a nomeação de um interventor judicial para a administração da SAF, além da inclusão de Textor como réu. Todos os pedidos foram indeferidos na decisão desta terça. — A Eagle Bidco é proprietária de 90% das ações do Botafogo, e, portanto, pode ser dispensada da caução prevista no art. 83, do Código de Processo Civil. Não se verifica, neste momento, necessidade de inclusão do Sr. John Textor no polo passivo da demanda, considerando que este já preside a SAF Botafogo, e, como gestor, não deverá responder como pessoa física, tão pouco perante a arbitragem, por não ser aderente - decidiu o juiz, que completou: 1 de 1
John Textor, dono da SAF do Botafogo — Foto: Botafogo TV John Textor, dono da SAF do Botafogo — Foto: Botafogo TV — As questões submetidas ao Judiciário se limitam às cautelas para se evitar a diluição patrimonial da SAF Botafogo, o que foi atendido em primeiro grau, e, principalmente, através da d. decisão deste Tribunal de Justiça (acima transcrita), de modo que a nomeação de observador poderá tumultuar a gestão da sociedade e permitir a quebra de sigilo inerente ao negócio. Nessa toada, rejeita-se a intervenção judicial através da figura do observador - concluiu o juiz. Em fevereiro, a Eagle Bidco afirmou que o americano Textor "sequestrou" a gestão da SAF do Botafogo com conivência do clube social. No mesmo documento enviado à Justiça, a empresa pede o indeferimento de três pedidos realizados previamente pelo associativo: a inclusão de Textor como réu no processo entre as partes, o ressarcimento de R$ 155 milhões ao clube social e a nomeação de um interventor na briga. + ✅Clique aqui para seguir o canal ge Botafogo no WhatsApp 🗞️ Leia mais notícias do Botafogo 🎧 Ouça o podcast ge Botafogo 🎧 Assista: tudo sobre o Botafogo no ge, na Globo e no sportv