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Análise dos Times

Corinthians

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Motivo: A matéria foca na defesa de Andrés Sanchez sobre sua expulsão do Corinthians, apresentando os argumentos de forma equilibrada e citando ambas as partes.

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Palavras-Chave

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corinthians andres sanchez leonardo pantaleão fernando josé da costa - advogados

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Futebol Defesa de Andrés vê 'irregularidades' em votação de expulsão no Corinthians Fábio Lázaro e Renan Liskai Do UOL, em São Paulo 27/05/2026 08h24 Deixe seu comentário Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Andrés Sánchez, ex-presidente do Corinthians Imagem: Marcello Zambrana/AGIF A defesa de Andrés Sanchez afirmou que houve "graves irregularidades" no procedimento que terminou com a expulsão do ex-presidente do Corinthians do quadro associativo do clube por uso indevido do cartão corporativo. O que aconteceu Um dos motivos citados é o fato de a votação ter sido comandada por Leonardo Pantaleão . A defesa cita que ele presidiu a Comissão de Ética — que recomendou a expulsão — e também comandou a votação da última segunda-feira no Parque São Jorge como comandante do Conselho Deliberativo. O voto aberto e nominal é outra "irregularidade" segundo a defesa de Andrés Sanchez . Segundo os advogados que defendem o ex-mandatário, isso fere "o rito previsto no Estatuto Social do clube". Alexandre Borges Dez erros no debate sobre o Bolsa Família Sakamoto Vorcaro é sujeito oculto na foto de Trump com Flávio Aline Sordili Nova regra sobre saúde mental abre espaço para IA José Fucs As 'luvas de pelica' de Aécio contra o lulopetismo Por fim, a defesa afirma que tomará medidas judiciais cabíveis para buscar o reconhecimento da nulidade do procedimento . Veja nota completa "O escritório Fernando José da Costa - Advogados, que representa Andrés Navarro Sánchez, manifesta absoluto inconformismo com a deliberação aprovada pelo Conselho Deliberativo do Sport Club Corinthians Paulista, que determinou a expulsão de seu cliente do quadro associativo do clube. A decisão foi proferida em procedimento marcado por graves irregularidades, sendo inadmissível que o Dr. Leonardo Pantaleão tenha presidido a Comissão de Ética responsável pela elaboração do parecer de expulsão e, posteriormente, presidido a sessão do Conselho Deliberativo que submeteu esse mesmo parecer à votação. Também é grave a realização de votação aberta e nominal, em desconformidade com o dispositivo do rito previsto no Estatuto Social do clube, indicado no edital de convocação, que prevê expressamente o escrutínio secreto. As irregularidades foram tão evidentes que suscitaram questionamentos por conselheiros durante a própria sessão. Continua após a publicidade Relacionadas Andrés Sánchez é expulso do quadro associativo do Corinthians Corinthians: queda de Andrés teve bate-boca, vice expulso e espuma Carreira musical aproxima Memphis Depay de renovação com o Corinthians As violações constatadas não se limitam ao caso de Andrés Sánchez, mas representam um precedente preocupante para todos os associados, dirigentes e conselheiros do clube, ao fragilizar garantias mínimas de defesa previstas no próprio Estatuto Social. Diante desse cenário, a defesa adotará as medidas judiciais cabíveis para o reconhecimento das nulidades do procedimento e a plena observância do devido processo legal." Expulsão de Andrés Sanchez O Conselho Deliberativo do Corinthians decidiu expulsar o ex-presidente Andrés Sánchez do quadro associativo do clube . Foram 112 votos favoráveis à expulsão, 49 contrários e seis abstenções. A decisão foi tomada em sessão realizada no Parque São Jorge , após votação aberta e nominal dos conselheiros. O resultado seguiu a recomendação da Comissão de Ética, que havia defendido a exclusão do dirigente por irregularidades relacionadas ao uso do cartão corporativo do Corinthians durante sua gestão. A investigação administrativa interna apontou que o ex-presidente utilizou o cartão corporativo do Corinthians para despesas pessoais entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021. Segundo cálculos do Ministério Público de São Paulo, os valores questionados chegam a R$ 480.169,60, já com correção monetária e juros. Continua após a publicidade Na defesa apresentada ao Conselho, Andrés alegou que não existia política interna específica para regulamentar o uso do cartão corporativo . O ex-presidente também sustentou que parte dos gastos estava ligada a compromissos institucionais, que houve confusão entre despesas pessoais e corporativas e que parte dos valores foi ressarcida ao clube. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Marcas chinesas trazem navios às pressas antes da nova 'taxa dos elétricos' Com Memphis, Holanda divulga convocados para a Copa do Mundo; veja lista Priscilla mostra corpo musculoso na academia O que são os 'homicídios ocultos' e por que eles estão explodindo no Brasil Vini relata conversa com Neymar e nervosismo de Endrick antes de convocação