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Análise dos Times

São Paulo

Principal

Motivo: Relato factual, mas enfatiza atrasos salariais, dívidas e descumprimento de acordo com o elenco, com tom levemente crítico à gestão.

Viés da Menção (Score: -0.1)

Motivo: Citado apenas como próximo adversário em clássico, sem qualquer avaliação jornalística.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

São Paulo Santos Copa do Mundo Morumbis Roger Machado Conselho Deliberativo Ticketmaster Mineiro Feng

Conteúdo Original

Conselho aprova contrato do São Paulo com a Ticketmaster; veja os próximos passos O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou nesta quarta-feira o contrato com a Ticketmaster. Agora, o clube vai assinar o acordo de cinco anos com a nova gestora de ingressos do Morumbis e do plano de sócio-torcedor e receberá R$ 140 milhões. + Siga o canal ge São Paulo no WhatsApp A votação começou na última terça, depois de reunião no Conselho Deliberativo, e terminou no fim da tarde desta quarta. Os conselheiros aprovaram o contrato por 184 votos a 44. Uma diminuição na multa contratual para rescindir o contrato com a Ticketmaster, de R$ 25 milhões para R$ 14 milhões, foi decisiva na aprovação. O São Paulo tratou a aprovação do acordo com a Ticketmaster como prioridade nas últimas semanas, principalmente por causa dos valores que vai receber. O principal motivo pelo qual o São Paulo tinha pressa para aprovar o contrato com a Ticketmaster é a antecipação de R$ 110 milhões. O acordo prevê que o clube receberá o valor em até 45 dias depois da assinatura, em três parcelas. Trata-se de um empréstimo, que será devolvido à empresa em cinco anos, com taxa de juros seguindo o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) mais 1,99%. A parceria com a Ticketmaster também inclui a gestão do camarote 29A do Morumbis por cinco anos. A empresa pagará R$ 30 milhões, logo depois da assinatura do contrato, para ter o direito de gerir o espaço em shows e jogos. Mais do São Paulo : + São Paulo inicia semana de preparação para clássico contra o Santos 1 de 1 Morumbis, estádio do São Paulo — Foto: Marcos Ribolli Morumbis, estádio do São Paulo — Foto: Marcos Ribolli Nas últimas semanas, o São Paulo tratou, publicamente, a aprovação do contrato com a Ticketmaster como a única solução para quitar dívidas que tem com o elenco. Ao atrasar os salários dos jogadores, no início deste mês, inclusive, o clube culpou a demora para o assunto ser debatido no Conselho Deliberativo. + Leia mais notícias do São Paulo Dias antes, o São Paulo havia descumprido um acordo com o elenco, o de quitar direitos de imagem atrasados até o fim de agosto. A diretoria também havia condicionado esse pagamento à aprovação do contrato com a Ticketmaster. Um novo prazo foi estipulado: o fim deste mês, justamente quando o documento será votado. Os detalhes do contrato com a Ticketmaster Nos últimos meses, o São Paulo abriu um processo de licitação para escolher qual seria a sua nova gestora de ingressos. A proposta da Ticketmaster foi escolhida, principalmente pelos valores que serão repassados ao clube imediatamente ou num futuro próximo. Os R$ 110 milhões serão uma espécie de empréstimo da Ticketmaster ao São Paulo . E o clube precisará devolver esses valores a partir da renda obtida com jogos no Morumbis, com um limite de R$ 1,8 milhão ao mês. Mineiro, autor do gol do título mundial do São Paulo em 2005, visitou o treino da Seleção Num mês em que o clube arrecadar R$ 10 milhões, por exemplo, de renda líquida, “apenas” R$ 1,8 milhão será devolvido à Ticketmaster. Isso também vai acontecer, porém, em meses sem arrecadação, como foi durante a Copa do Mundo deste ano. No acordo com a Ticketmaster, o São Paulo também vai receber R$ 6 milhões para usar com a reforma do Museu São Paulo . Para cuidar da venda de ingressos do São Paulo , a Ticketmaster cobrará uma taxa de administração de até 10% por ingresso (8% se for entrada física, não digital). A taxa do sócio-torcedor também será de 8% por associado. Sócio-torcedor Foi incluída na negociação entre São Paulo e Ticketmaster, também, a gestão do sócio-torcedor. Hoje, o serviço é administrado por uma outra empresa, a Feng. O clube entende que será benéfico para os torcedores ter a mesma gestora. O São Paulo também calcula que o custo total dessas duas operações juntas (ingressos e sócio-torcedor) será menor, porque hoje os serviços são feitos por duas empresas diferentes, que geram custos diferentes ao clube. Para rescindir com a Feng, o clube deve pagar aproximadamente R$ 3,7 milhões . Mágoa? Roger Machado fala de relação com a torcida do São Paulo 🎧 Ouça o podcast ge São Paulo 🎧 + Assista: tudo sobre o São Paulo no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos Ídolo do São Paulo, Mineiro ajuda no crescimento do futebol na Austrália