O São Paulo pagou US$ 20 mil de multa à FIFA referente ao transfer ban aplicado por dívida com os empresários de Giuliano Galoppo, mas ainda deve US$ 330 mil aos agentes do jogador. Caso não quite o valor até 2 de dezembro, o clube pode perder até seis pontos no Campeonato Brasileiro. O planejamento da diretoria é usar recursos do contrato com a Ticketmaster para quitar a pendência até 16 de novembro.
O São Paulo quitou dois meses de direitos de imagem em atraso com o elenco profissional, utilizando recursos de uma parcela do acordo firmado com a Ticketmaster. Com o pagamento, o clube reduz o atraso de 2026 de três para um mês, embora permaneçam parcelas referentes às dívidas acumuladas em 2025. A regularização ocorre horas antes do clássico contra o Corinthians, válido pelo Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro.
O São Paulo recebeu R$ 50 milhões de adiantamento do acordo com a Ticketmaster e pretende usar o valor para quitar dois dos três meses atrasados de direitos de imagem dos jogadores antes do Majestoso contra o Corinthians. O contrato prevê adiantamento total de R$ 110 milhões, configurando empréstimo que será abatido com a renda dos jogos no Morumbis. O clássico ocorrerá na Vila Belmiro, já que o Morumbis está em recuperação após show do BTS.
A Justiça de São Paulo negou o pedido da Feng, que tentava bloquear o novo contrato do São Paulo com a Ticketmaster para gestão do sócio-torcedor e ingressos do Morumbis. O clube alegou que o contrato com a Feng previa rescisão unilateral sem direito de igualar propostas. O São Paulo receberá R$ 140 milhões da Ticketmaster até o fim do ano.
A Justiça de São Paulo rejeitou liminar da Feng que tentava impedir a execução do contrato entre o São Paulo e a Ticketmaster para gestão de ingressos e sócio-torcedor. A decisão da 12ª Vara Cível do TJ-SP mantém a vigência do acordo assinado pelo presidente Harry Massis, que prevê antecipação de R$ 110 milhões ao clube. A Feng, que tinha contrato até 2031, alegava exclusividade e direito de preferência, mas pode ainda transformar o pedido cautelar em ação plena.
O São Paulo, pioneiro no programa de sócio torcedor no Brasil, chegou a apenas 25 mil contratos ativos em 2026, seu pior número desde 2021, ficando muito atrás dos rivais paulistas. O Palmeiras conta com cerca de 165 mil contratos ativos, o Corinthians com 150 mil e o Santos com 49 mil. A partir da próxima temporada, a Ticketmaster assumirá a gestão do programa, e grupos da situação e oposição no clube concordam que uma reformulação é necessária.
A NFL e a Ticketmaster anunciaram um novo acordo chamado 'Ticketing 3.0' para reestruturar a venda de ingressos das partidas da liga. A principal mudança é o fim do modelo de exclusividade, permitindo que torcedores com pacotes de temporada revendam ingressos em múltiplas plataformas parceiras. A Ticketmaster continuará responsável pela tecnologia de validação e segurança dos bilhetes verificados.
LeBron James fará sua estreia oficial pelo Philadelphia 76ers contra o New York Knicks na abertura da temporada regular da NBA. Os ingressos para o jogo estão sendo vendidos por valores elevados, chegando a mais de R$ 105 mil para assentos próximos à quadra. A partida também marcará a entrega dos anéis de campeão ao Knicks, que conquistou o título da temporada passada após 53 anos de espera.
O São Paulo adiou para novembro o pagamento do transfer ban imposto pela FIFA, relacionado à dívida de US$ 350 mil com agentes na contratação de Giuliano Galoppo, em 2022. A prioridade do clube é regularizar os pagamentos atrasados ao elenco, incluindo salários e direitos de imagem. Este é o segundo transfer ban do clube no semestre, após quitar dívida com a Lazio em agosto.
Por Diego Silveira, Matheus Suman e Pedro Hernandes, de Nova York (EUA) em 2026-10-19
LeBron James fará sua estreia pelo Philadelphia 76ers contra o New York Knicks na abertura da temporada regular da NBA. Os ingressos para o jogo atingem valores recordes, chegando a mais de R$ 100 mil. A partida também marcará a cerimônia de entrega dos anéis de campeão aos Knicks.
O São Paulo trata com tranquilidade o transfer ban da Fifa decorrente da dívida com os agentes de Giuliano Galoppo, priorizando o pagamento de salários e direitos de imagem atrasados. O clube conta com uma antecipação de R$ 140 milhões da Ticketmaster, fruto de nova parceria de gestão de ingressos e sócio-torcedor, e acredita estar dentro do prazo para quitar a pendência. Especialistas em direito esportivo explicam que a decisão da Fifa prevê dedução de até seis pontos no Campeonato Brasileiro caso o pagamento não seja feito.
O São Paulo foi incluído novamente no transfer ban da Fifa, desta vez por uma dívida de 300 mil dólares com os empresários do ex-jogador Giuliano Galoppo. É a segunda punição do clube no ano, após o atraso no pagamento da compra do meio-campo Marcos Antônio junto à Lazio. O clube espera regularizar as pendências financeiras com os recursos do contrato firmado com a Ticketmaster, que movimenta R$ 140 milhões.
O São Paulo enfrenta risco de perder pontos no Campeonato Brasileiro após receber um novo transfer ban da FIFA, desta vez por dívida de cerca de US$ 300 mil com os agentes de Giuliano Galoppo. A decisão prevê dedução de seis pontos caso o débito não seja quitado em 60 dias, com prazo até 2 de dezembro. O clube, que já sofreu várias punições similares nos últimos anos, planeja quitar a pendência com receita antecipada do contrato com a Ticketmaster.
O São Paulo recebeu da Fifa um novo transfer ban por uma dívida de US$ 350 mil (cerca de R$ 1,8 milhão) ligada a agentes da contratação de Giuliano Galoppo, em 2022. A diretoria nega que o caso tenha sido uma 'barbeirada', afirmando que o clube conhecia o risco e aguardava recursos da Ticketmaster para quitar o débito nesta terça-feira. Trata-se da segunda punição do tipo imposta ao clube em 2026.
O São Paulo decidiu priorizar o pagamento dos salários em carteira e adiar a quitação da dívida de US$ 350 mil que mantém o clube sob transfer ban da FIFA, relacionado à contratação de Giuliano Galoppo em 2022. A diretoria não definiu novo prazo, mas espera usar recursos antecipados do contrato com a nova tiqueteira Ticketmaster para quitar a pendência. Este é o segundo transfer ban sofrido pelo clube em 2026.
O São Paulo se organiza para quitar dívida de US$ 300 mil com o agente de Galoppo e derrubar o transfer ban imposto pela FIFA. O clube conta com o adiantamento de R$ 110 milhões previsto no acordo com a Ticketmaster para aliviar o fluxo de caixa. Esta é a segunda punição do tipo sofrida pelo clube na temporada, após caso semelhante envolvendo Marcos Antônio.
O São Paulo usou R$ 8 milhões antecipados da Ticketmaster para reduzir dívidas com o elenco, referentes ao pagamento de R$ 30 milhões pelo camarote 29A do Morumbis. O clube ainda negocia a antecipação de parte dos R$ 110 milhões previstos em contrato, parte dos quais será destinada a quitar a dívida com o agente de Giuliano Galoppo, responsável pelo transfer ban da FIFA. A matéria explica detalhadamente a origem dos recursos e os planos de utilização do dinheiro.
Por Eder Traskini e Ulisses Lopresti em 2026-10-02
O São Paulo pagou um mês de direitos de imagem atrasados com o elenco, cerca de R$ 8 milhões, usando recursos da antecipação do acordo com a Ticketmaster. A empresa se tornou a nova gestora de ingressos do Morumbis e do plano de sócio-torcedor por cinco anos, com adiantamento total de R$ 110 milhões. Ainda restam três meses de salários atrasados, e o clube enfrenta o Santos no Brasileirão.
O São Paulo firmou parceria com a Ticketmaster para unificar o sistema de venda de ingressos e o programa Sócio Torcedor, visando modernizar a gestão do clube. O acordo, aprovado pelo Conselho Deliberativo, injecta R$ 140 milhões nas finanças tricolores, destinados inclusive à quitação de dívidas com jogadores.
O São Paulo quitou a primeira das quatro parcelas dos direitos de imagem atrasados com o elenco profissional usando um adiantamento de aproximadamente R$ 8 milhões da Ticketmaster. O valor faz parte de uma nova parceria aprovada pelo Conselho Deliberativo, que prevê até R$ 140 milhões de antecipações àaldia do clube. Após o pagamento, restam três meses de direitos de imagem pendentes.