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Análise dos Times

Sao Paulo

Principal

Motivo: Matéria reproduz defesa da diretoria que nega 'barbeirada' e destaca planejamento para quitação, mas cita atrasos salariais e o segundo ban no ano

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Citada apenas como contexto da punição anterior de julho, sem qualquer avaliação ou tom crítico/favorável

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Palavras-Chave

Entidades Principais

São Paulo Fifa Giuliano Galoppo Morumbis Lazio Marcos Antônio Ticketmaster Harry Massis Júnior Rafinha

Conteúdo Original

Futebol São Paulo sabia do risco de transfer ban, mas nega 'barbeirada' por dívida Valentin Furlan Do UOL, em São Paulo (SP) 06/10/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Harry Massis Jr., presidente do São Paulo, antes de jogo no Morumbis Imagem: Marcello Zambrana/AGIF A programação do São Paulo prevê quitar nesta terça-feira (6) a dívida que provocou o novo transfer ban imposto pela Fifa. Internamente, porém, a avaliação da diretoria é de que o episódio não representou uma "barbeirada" da gestão. O clube tinha ciência do risco de punição e vinha trabalhando com a previsão de fazer o pagamento após a 'baixa' do contrato com a Ticketmaster. Talão de cheque na mão A dívida é de US$ 350 mil (cerca de R$ 1,8 milhão) e está relacionada a agentes que participaram da contratação de Giuliano Galoppo, em 2022. O São Paulo foi incluído na lista de clubes impedidos de registrar novos jogadores pela Fifa na última sexta-feira (2). O UOL havia antecipado que a previsão da diretoria era quitar o débito nesta terça . A expectativa no clube é de que o pagamento seja efetivado hoje. Depois da quitação, o São Paulo precisará aguardar a baixa da punição no sistema da Fifa para voltar a registrar jogadores normalmente. Sakamoto Flávio, Lula e o que as pesquisas não captaram Daniela Lima Lula precisa de feito inédito, de um milagre político Josias de Souza Brasil produziu a vingança de Bolsonaro João Paulo Charleaux Brasil não está sozinho na onda da extrema direita Rafinha, executivo de futebol do São Paulo, durante treino no CT Barra Funda Imagem: Marcello Zambrana/AGIF Segundo interlocutores da diretoria ouvidos pelo UOL, o clube estava 'de mãos atadas' para antecipar o pagamento. A quitação dependia da entrada de recursos que estavam sendo aguardados pelo São Paulo, especialmente diante da dificuldade de fluxo de caixa enfrentada pela administração Harry Massis Júnior. O clube já esperava que o contrato com a Ticketmaster, nova tiqueteira, fosse aprovado pelo Conselho Deliberativo, o que aconteceu na semana passada e manteve o planejamento para o pagamento, programado para hoje. É o dinheiro vindo da Ticketmaster que possibilita a quitação da dívida. Fonte ouvidas pela reportagem reiteram que não houve 'barbeirada' da diretoria financeira, ainda que houvesse conhecimento do risco do ban. Presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior (à frente) senta ao lado do gerente-esportivo Rafinha (meio) no CT da Barra Funda Imagem: VINICIUS NUNES/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO Esta não é a primeira dificuldade financeira do São Paulo nos últimos meses. O clube também vem enfrentando atrasos nos direitos de imagem do elenco e, em setembro, chegou a atrasar pela primeira vez o pagamento dos salários em carteira . Continua após a publicidade Este é o segundo transfer ban sofrido pelo São Paulo em 2026. Em julho, a Fifa puniu o clube por uma dívida com a Lazio referente à contratação de Marcos Antônio. Na ocasião, o São Paulo conseguiu quitar o débito no início de agosto e derrubou a punição. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Paes chama Garotinho de 'laranja' após ele desistir de recurso no TSE Ex-pastor, que produz conteúdo adulto, descobre fiel entre assinantes De Michelle a Marina JHC, ex-primeiras-damas são eleitas para o Legislativo Mendonça dá 24h para excluir posts falsos de Lula com bandeira do Brasil Lula diz a aliados que 'não há razão para não sermos eleitos no 2º turno'