O atacante Berto, do Operário-PR, denunciou ter sido vítima de injúria racial durante partida da Série B contra o Vila Nova. O jogador relatou ter sido chamado de "macaquinho" e cobrou justiça, destacando o orgulho de ser negro e a importância de não se calar contra o racismo.
O ex-presidente do Vila Nova, Sebastião Geso Ramos de Oliveira, foi preso e liberado provisoriamente após acusação de injúria racial no jogo contra o Operário-PR pela Série B. O incidente envolveu o jogador Bertô, do Operário-PR, que acusou um torcedor de injúria racial, gerando uma confusão que resultou em agressões físicas entre dirigentes e jogadores das equipes.
O atacante Berto, do Operário-PR, relatou ter sido vítima de racismo após a derrota de sua equipe para o Vila Nova pela Série B do Brasileirão, alegando ter sido chamado de 'macaquinho' por um torcedor adversário. O caso foi registrado em súmula e o jogador prestou boletim de ocorrência, enquanto o presidente do Vila Nova se comprometeu a identificar o autor do ato.
O Vila Nova informou a identificação de um torcedor suspeito de praticar racismo contra o jogador Berto, do Operário-PR, durante partida da Série B. O clube utilizou seu sistema de segurança para identificar o indivíduo, que foi levado às autoridades para registro de Boletim de Ocorrência. A nota do Vila Nova também abordou a confusão após o jogo, onde objetos foram arremessados entre torcedores e jogadores.
O atacante Berto, do Operário-PR, alegou ter sido vítima de racismo durante a partida contra o Vila Nova, pela Série B. Após o jogo, vencido pelo Vila por 2 a 1, o jogador cabo-verdiano relatou ter sido chamado de "macaquinho" por um torcedor. O incidente gerou uma confusão envolvendo jogadores e torcedores, com arremesso de objetos e ferimentos.