O artigo critica a descrença em relação às vítimas de Jeffrey Epstein, mesmo com seus testemunhos juramentados, e a prioridade dada a emails e documentos em detrimento das palavras de centenas de sobreviventes. A autora aponta para uma campanha de gaslighting do Departamento de Justiça dos EUA e a proteção a poderosos citados em investigações, destacando a falha moral do patriarcado.