A FIFA arrecadou US$ 5 bilhões (cerca de R$ 28 bilhões) com a venda de ingressos e pacotes de hospitalidade na Copa do Mundo de 2026, recorde histórico que supera em mais de cinco vezes a arrecadação do Mundial de 2022. O crescimento é atribuído à adoção da precificação dinâmica, à expansão para 48 seleções e 104 partidas e à capacidade dos estádios norte-americanos. Executivos do mercado esportivo analisam o modelo de precificação, a experiência premium e as oportunidades comerciais geradas pelo torneio.
Guia jornalístico apresenta os camarotes e áreas VIP dos estádios da Série A do Campeonato Brasileiro, detalhando preços, capacidades e serviços diferenciados. Mostra que todos os 19 estádios da primeira divisão contam com espaços de hospitalidade, com atrações que vão de open bar e gastronomia regional a barbearia e estúdio de tatuagem. O texto aborda os modelos de comercialização para torcedores individuais e empresas, com ingressos entre R$ 300 e R$ 1,5 mil por jogo.
O artigo relata a experiência do autor ao chegar ao Pará e a surpresa com a hospitalidade e o carinho recebidos. Menciona a receptividade dos paraenses, destacando a alegria e a satisfação de estar no estado.
A matéria relata a crônica de amizade entre as torcidas do Flamengo e do Lanús, evidenciando encontros, visitas e a promessa de hospitalidade. A relação, iniciada em 2012 durante a Libertadores, se consolidou ao longo dos anos com trocas de faixas e confraternizações, demonstrando que a união entre torcidas pode transcender as rivalidades em campo.
O GP de Miami de 2026 introduzirá um "superiate" com capacidade para 80,4 metros, oferecendo suítes, piscinas e visão privilegiada da pista. Os ingressos mais caros para os três dias podem chegar a R$ 500 mil.