A Fifa multou a Espanha em 20 mil dólares e determinou capacidade reduzida de torcida no próximo amistoso após cantos islamofóbicos entoados por torcedores em partida contra o Egito, em março. A comissão disciplinar rejeitou o argumento da RFEF de que o canto não tinha caráter discriminatório. O atacante Lamine Yamal, que é muçulmano, havia condenado os gritos como desrespeitosos e intoleráveis.
O nome Mohamed, considerado o mais comum entre os jogadores da Copa do Mundo de 2026, ganha destaque em um contexto de crescente violência e preconceito antiárabe nos Estados Unidos, país sede do evento. A matéria explora a contradição entre a presença de diversas nações árabes e muçulmanas no torneio e o histórico de islamofobia e discriminação nos EUA, alertando para a necessidade de tratar atletas e torcedores como cidadãos globais, não como símbolos de suspeita.