A segunda fase da Copa do Brasil de 2026 terá 19 jogos, apresentando diversas curiosidades sobre as equipes participantes. O artigo destaca apelidos históricos como 'Manchester goiano' para o Anápolis, referências culturais nos escudos de times como o Ceilândia-DF, e histórias peculiares como a definição de escalação pelo público no Jacuipense-BA.
O Corinthians está vetando a contratação de jogadores experientes e de alto custo salarial para manter o foco no ajuste financeiro. A diretoria estabeleceu um teto salarial para contratações e renovações, visando reduzir os gastos com futebol em cerca de 30%.
O artigo lista jogadores experientes, conhecidos como 'medalhões', que atuarão em clubes de menor investimento no futebol brasileiro em 2026. Nomes como Henrique Dourado, Ralf e Vagner Love foram mencionados, com passagens por grandes equipes e agora reforçando times em competições estaduais e divisões inferiores.
O técnico do Sport, Roger Silva, detalhou o perfil dos reforços para a temporada de 2026, priorizando atletas jovens e com "fome" de crescimento, descartando a contratação de medalhões. A estratégia visa montar um elenco mais competitivo e financeiramente responsável, visando sucesso em todas as competições.
O futebol alagoano se destaca em 2026 com a montagem de elencos recheados de jogadores experientes e conhecidos nacionalmente, apelidados de 'medalhões'. A matéria apresenta uma escalação hipotética de um time formado por esses atletas, destacando Ciel, de 43 anos, como o mais velho e potencial capitão.
O Remo está perto de retornar à Série A do Campeonato Brasileiro após 31 anos, impulsionado por uma reta final de campanha sólida na Série B. A equipe, que mudou de técnico e de estádio, conta com o apoio do 'caldeirão' do Baenão e o investimento em medalhões para alcançar o objetivo.