Javier Tebas, presidente da LaLiga, reafirmou a comparação entre os métodos de comunicação da Real Madrid TV e as técnicas de propaganda de Joseph Goebbels, sustentando que se referia a procedimentos estudados em cursos de Jornalismo, e não à ideologia nazista. O Real Madrid publicou nota de repúdio e exigiu a renúncia do dirigente da LaLiga e da vice-presidência da Federação Espanhola, acusando-o de falta de neutralidade e de histórico de ataques ao clube. A polêmica também envolve questionamentos sobre mudanças de horários de partidas e menções ao caso Negreira.
A Uefa confirmou ter recebido um dossiê com cerca de 50 mil páginas elaborado pelo Real Madrid sobre o caso Negreira, que investiga pagamentos do Barcelona ao ex-vice-presidente do Comitê Técnico de Árbitros da Espanha. O material será analisado pelos inspetores de ética e disciplina da entidade europeia. Em resposta, o Barcelona emitiu nota oficial negando que a investigação tenha sido reaberta e afirmando que segue colaborando com as autoridades.
O presidente do Barcelona, Joan Laporta, provocou o Real Madrid e seu mandatário, Florentino Pérez, acusando o clube merengue de sofrer de "barcelonite". Laporta rebateu declarações sobre suposto favorecimento da arbitragem ao Barça e defendeu o clube no caso Negreira, enquanto também acusou o Real Madrid de ser historicamente beneficiado.