A pré-temporada da Fórmula 1 em 2026 apresentou um panorama misto, com evoluções positivas como carros menores e mais leves, a entrada de novas montadoras e potencial para estratégias mais amplas. No entanto, preocupações surgiram em relação ao excessivo gerenciamento de energia, possíveis dificuldades em ultrapassagens e a crescente distância entre as equipes de ponta e o restante do grid.
O novo Autódromo do Rio de Janeiro, com investimento privado de mais de R$1,3 bilhão, foi anunciado com traçado focado em ultrapassagens e capacidade para 120 mil pessoas. As obras estão previstas para começar no primeiro trimestre de 2026 e durar dois anos, com a expectativa de receber Fórmula 1, Motovelocidade e Formula Indy a partir de 2029.