Um relatório do Bradesco enviado ao Coaf contradiz a versão do presidente do São Paulo, Julio Casares, sobre depósitos em dinheiro em sua conta. O banco indica que o próprio Casares identificou o São Paulo como fonte de pagamentos em espécie, além do salário, o que diverge da defesa do dirigente que alega origem em reservas pessoais. A investigação apura R$ 1,5 milhão em depósitos em dinheiro vivo nas contas de Casares.
Julio Casares, presidente do São Paulo, está sob investigação policial por depósitos em dinheiro vivo em sua conta bancária. Ele nega irregularidades e busca comprovar a origem lícita dos fundos, argumentando que a investigação não o liga diretamente ao clube nem comprova origem ilegal. Casares reage a ataques pessoais e difamatórios, tendo deixado um grupo de WhatsApp de sócios e reunido material para medidas jurídicas.