A Confederação Africana de Futebol (CAF) decidiu por unanimidade manter a Copa Africana de Nações (CAN) em formato bienal, revertendo a mudança anunciada no ano anterior que previa edições a cada quatro anos. A decisão foi tomada no Cairo após avaliação dos impactos econômicos e esportivos, com o calendário das próximas edições confirmado para 2027, 2028, 2031 e 2033. A matéria também aborda a pendência sobre o campeão da edição de 2025, disputado entre Senegal e Marrocos no Tribunal Arbitral do Esporte.
O presidente da CAF, Patrice Motsepe, declarou apoio unânime e incondicional das 54 associações africanas à reeleição de Gianni Infantino na presidência da Fifa. O pleito está marcado para março do próximo ano. A reeleição de Infantino enfrenta oposição na Uefa e resistência na Concacaf após revelação de um plano engavetado de venda de direitos comerciais da Copa do Mundo.
O futebol brasileiro tem ampliado seu olhar para o continente africano, com um aumento significativo na contratação de talentos. Atualmente, 14 jogadores africanos atuam nas Séries A e B do Brasileirão, impulsionados pelo fortalecimento das seleções africanas no cenário internacional. Clubes como Internacional e Palmeiras têm intensificado a captação de jovens promessas, vendo na África um mercado com grande potencial.
O artigo analisa a expectativa para a final da Copa Africana de Nações entre Marrocos e Senegal, destacando o confronto entre as seleções lideradas por Hakimi e Sadio Mané. Casagrande detalha as trajetórias das equipes até a final, com análises sobre o desempenho de Senegal contra o Egito e de Marrocos contra a Nigéria, ressaltando a força física e técnica das seleções africanas.