A expansão da Copa do Mundo para 48 seleções e o aumento no número de jogos levantam questionamentos sobre a viabilidade de assistir a todas as partidas, especialmente para quem trabalha ou estuda. O artigo sugere que a FIFA está adaptando o torneio à era do individualismo, onde o foco se volta para o próprio time, refletindo as mudanças sociais e políticas contemporâneas.