O diretor de marketing do São Paulo, Eduardo Toni, deixou o cargo em meio a um cenário de "caos político" no clube. A saída ocorreu após suspeitas em um acordo de patrocínio da Unimed, intermediado pela empresa New Honest. Comentaristas apontam que contratos de longo prazo, como o da Live Nation, continuam gerando debates e afetando o clube.
O São Paulo prevê um aumento significativo na realização de shows em seu estádio, o Morumbis, em 2026. O clube espera realizar 12 shows, superando em 200% o mínimo de quatro eventos anuais estipulado em contrato com a Live Nation. Essa estratégia visa gerar um retorno financeiro expressivo para o clube.
O São Paulo entregou o contrato com a Live Nation a uma força tarefa que investiga camarotes clandestinos no Morumbis. A decisão ocorreu após o clube consultar a produtora de shows, que concordou com o envio da documentação. A investigação se baseia em um áudio onde ex-diretores discutem a locação de um camarote irregular.
O São Paulo se recusou a fornecer à força tarefa que investiga o clube o contrato com a Live Nation, alegando cláusula de confidencialidade. Essa postura não colaborativa incomodou o Ministério Público e a Polícia Civil, que afirmam que a confidencialidade não pode impedir investigações criminais e buscarão o documento por outros meios. O clube também é alvo de outras investigações sobre camarotes clandestinos, saques em dinheiro vivo e corrupção no clube social.
O São Paulo espera um lucro líquido de R$ 4 milhões com os shows da banda Oasis no Morumbis. A Live Nation, organizadora dos eventos, arcará com os custos da troca do gramado do estádio. O Morumbis receberá um novo gramado para a partida contra o Internacional, no dia 3 de dezembro.