O atacante brasileiro Léo Souza, destaque na Ásia, relatou sentir preconceito por parte de clubes brasileiros, que subestimam o futebol asiático. Ele expressou frustração por nunca ter recebido uma proposta para retornar ao país, apesar de sua trajetória de sucesso no continente. O jogador também considera a possibilidade de se naturalizar chinês.
O artigo discute a cultura da pedofilia, analisando como a obra "Lolita" de Vladimir Nabokov contribui para a naturalização do crime. A autora relaciona este fato com as recentes revelações dos arquivos de Jeffrey Epstein, que expõem a proximidade de figuras públicas influentes com o pedófilo e sua rede.
O auxiliar técnico da seleção feminina de vôlei, Paulo Coco, expressou sua discordância com a naturalização de jogadoras em esportes coletivos. Ele também relembrou os duelos contra a Itália, destacando o trabalho de longo prazo da equipe europeia, mas criticando o uso de atletas naturalizadas.
O goleiro argentino Agustín Rossi, do Flamengo, poderá atuar pela seleção brasileira, mas apenas a partir de meados de 2028. Para isso, ele precisará completar cinco anos de residência ininterrupta no Brasil, conforme as regras da FIFA. Mesmo com o desejo de se naturalizar, sua convocação para a Copa de 2030 é vista com ceticismo pelo técnico Filipe Luís.
O jogador brasileiro Mauro Júnior, titular do PSV, está no centro de um debate na Holanda sobre a possibilidade de defender a seleção local. Sua versatilidade e bom desempenho têm gerado discussões em programas esportivos e redes sociais, aquecidas por atuações de destaque em jogos importantes. O jogador expressou orgulho com a possibilidade, mas aguarda contato oficial.