O artigo apresenta a trajetória do goleiro brasileiro Fabiano Ribeiro de Freitas, naturalizado cipriota, que aos 37 anos passou a defender a seleção do Chipre. Revelado pelo São Paulo, ele construiu carreira no futebol português, especialmente no Porto, e se consolidou como referência no Omonia Nicosia desde 2019. O texto relata sua estreia pela seleção cipriota nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 e os títulos conquistados ao longo da carreira.
O goleiro argentino Rossi concede entrevista exclusiva ao ge e fala sobre a expectativa de renovação de contrato com o Flamengo, que vai até o fim de 2027. Ele também reflete sobre as cobranças da posição de goleiro, os altos e baixos da carreira no clube, a possibilidade de naturalização e o reencontro com o Estudiantes na semifinal da Libertadores.
O Benim desenvolve um projeto para se tornar uma nova potência africana no futebol, investindo cerca de US$ 400 milhões em infraestrutura, formação e captação de jogadores brasileiros para naturalização. O atacante Felipe dos Santos já defendeu a seleção beninense em amistosos, enquanto Marlon Freitas e Igor Paixão recusaram convites por ainda sonharem com a Seleção Brasileira. A reportagem também explora a conexão histórica entre Brasil e Benim, ligada à diáspora africana e ao tráfico de escravizados.
Coluna de opinião de Milly Lacombe especula como seria a carreira de Messi se ele tivesse se naturalizado espanhol para defender a seleção da Espanha em vez da Argentina. A autora argumenta que a escolha pelas raízes argentinas foi fundamental para que Messi se tornasse ícone, herói e líder, algo que não aconteceria na Espanha. O texto conclui que o futebol saiu ganhando com a decisão do argentino.
A reportagem lista sete jogadores brasileiros que podem ser naturalizados e defender outras seleções até a Copa de 2030, como Róger Guedes, Yuri Alberto, Enzo Alves e Renato Marin. O texto explica os critérios de elegibilidade, como tempo de residência, cidadania por descendência e passagens pelas seleções de base de outros países. Destaca ainda que a CBF já tentou reter alguns desses atletas sem sucesso.
A redução gradual do limite de estrangeiros no Campeonato Brasileiro, aprovada pelos clubes das Séries A e B, deve provocar uma onda de naturalizações de jogadores que atuam no país. Segundo levantamento do colunista, pelo menos 21 atletas já cumprem os quatro anos de residência exigidos para obter a cidadania brasileira, incluindo nomes como Arrascaeta, Gustavo Gómez e Calleri. A medida, respaldada por estudo da CBF, visa aumentar a minutagem de jovens formados nos clubes e reduzir o limite de gringos de nove para cinco por jogo até 2030.
A CBF está reduzindo gradualmente o limite de jogadores estrangeiros nas competições brasileiras, o que aumenta a importância de atletas que possam se naturalizar. O artigo explica as exigências da legislação brasileira para a naturalização ordinária, como quatro anos de residência contínua no país, e lista jogadores que poderiam iniciar o processo. Nomes como Gustavo Gómez, Piquerez e Flaco López (Palmeiras), Villasanti (Grêmio) e Germán Cano (Fluminense) são destacados, enquanto Kannemann e Arrascaeta aparecem como exemplos de quem já obteve ou iniciou a cidadania.
Por Gabriel Duarte e Roberto Maleson em 2026-09-22
O artigo explica as brechas na nova regra do limite de estrangeiros no futebol brasileiro, que será reduzido de nove para oito atletas por partida a partir do próximo ano. Destaca o caso do zagueiro Kannemann, do Grêmio, que se naturalizou brasileiro após 10 temporadas no país, e lista os oito jogadores que não entram na contagem de estrangeiros, além do número de estrangeiros em cada clube. A mudança visa dar mais oportunidades a atletas formados nas categorias de base.
A Copa do Mundo de 2026 apresenta um número notável de gols marcados por jogadores que nasceram em um país, mas defendem outra nação. Essa tendência representa 19,4% dos gols totais, com 12 tentos anotados por 289 atletas que trocaram de nacionalidade esportiva. O artigo destaca casos como Haaland (Noruega), Maurício (Paraguai), Matheus Nunes (Portugal) e Lucas Mendes (Catar), além de analisar a composição das seleções com jogadores naturalizados.
Luca Zidane, filho do lendário Zinédine Zidane, naturalizou-se pela Argélia e estreou na Copa do Mundo contra a Argentina. Sua estreia foi marcada por duas falhas cruciais que resultaram em gols argentinos na derrota por 3 a 0. A história de sua escolha pela seleção africana passa pela ascendência argelina de seu avô.
Hêndrio Araújo, um meio-campista brasileiro com passagem pela base do Barcelona, foi naturalizado e agora defende a seleção do Vietnã. Descoberto por olheiros do Barça e acolhido por Deco, ele decidiu representar o país asiático após cinco anos de residência e se sente em casa.
A Jamaica está revitalizando a estratégia de naturalização de jogadores ingleses com ascendência caribenha, inspirada no sucesso de René Simões em 1998, para tentar retornar à Copa do Mundo após 28 anos. A seleção enfrenta a Nova Caledônia na semifinal da repescagem, com o objetivo de garantir uma vaga no Mundial.
O zagueiro Gustavo Gómez, capitão do Palmeiras e da seleção paraguaia, tem exercido uma função de "empresário" ao ajudar na naturalização de Maurício e na contratação de Ramon Sosa para o clube. Ele também tentou recrutar Julio Enciso, que optou por permanecer na Europa.
O zagueiro Glauber, ex-jogador do Botafogo, foi convocado pela primeira vez para a seleção dos Emirados Árabes Unidos após se naturalizar. Ele expressou honra em representar o país e tem como objetivo participar de futuras Copas do Mundo. A transferência para os Emirados Árabes foi motivada por uma crise financeira no Botafogo.
O Suriname busca uma vaga inédita na Copa do Mundo através de uma estratégia de 'aposta holandesa'. A seleção recrutou consultores holandeses renomados e naturalizou jogadores com cidadania holandesa para reforçar a equipe na repescagem mundial. A estratégia visa replicar o sucesso de outras seleções que utilizaram jogadores de origem holandesa.
Rivais do Brasil na Copa do Mundo, Marrocos e Haiti têm novidades em suas convocações para a atual Data Fifa, que marca a última antes do torneio. Jogadores como Issa Diop (Marrocos) e Wilson Isidor (Haiti), nascidos em outros países europeus mas com ascendência, foram naturalizados e se juntam às seleções. Marrocos enfrentará Equador e Paraguai, enquanto Haiti jogará contra Tunísia e Islândia.
O zagueiro Walter Kannemann, peça fundamental do Grêmio, obteve a cidadania brasileira, liberando uma vaga de estrangeiro no elenco. Com a naturalização, o clube passa a ter 10 estrangeiros, respeitando o limite de nove estabelecido pela CBF para competições.
O meia Mauricio, do Palmeiras, obteve a cidadania paraguaia com homologação da Fifa, abrindo a possibilidade de defender a seleção do Paraguai. Ele citou laços familiares e a ajuda de Gustavo Gómez como motivadores para a busca pela naturalização. O jogador almeja uma vaga na Copa do Mundo de 2026.
O atacante brasileiro Felipe Silva, ídolo na China, avalia a possibilidade de se naturalizar para atuar pela seleção chinesa. Ele expressou um forte desejo de encerrar sua carreira na Ásia, destacando o carinho pelo país e o sucesso que outros brasileiros alcançaram nesse caminho.
O meia Maurício, nascido no Brasil, obteve a naturalização paraguaia por ascendência. Apesar de poder defender a seleção paraguaia e disputar a Copa do Mundo, ele não passará a ocupar uma vaga de estrangeiro no Palmeiras, mantendo sua nacionalidade brasileira. A mudança é positiva para o clube, que já possui outros seis estrangeiros.