O técnico do Flamengo, Filipe Luís, encontrou uma rotina de treinos incomum no Qatar, correndo 10km do centro de treinamento ao hotel. Essa prática se tornou uma forma de descompressão e integração com os atletas, antes da final da Copa Intercontinental contra o PSG. O artigo também detalha momentos de lazer dos jogadores no país.
O Flamengo se prepara para enfrentar o Paris Saint-Germain em Doha, no Qatar, em um ambiente que parece favorecer o time francês. O governo qatari é investidor do PSG, e a cidade exibe poucas referências ao Mundial de Clubes, priorizando a Copa das Nações Árabes e o próprio clube francês. A premiação do The Best, realizada no Qatar, coroou jogadores do PSG, aumentando a percepção de influência do clube.
O Paris Saint-Germain (PSG) se prepara para a final da Copa Intercontinental contra o Flamengo, isolando-se em um treino fechado no Qatar. A equipe francesa enfrenta preocupações com as possíveis ausências de Marquinhos e Dembelé, ambos com problemas físicos. Paralelamente, o clube francês possui uma 'casa' interativa montada em Doha, que, apesar da estrutura, tem tido baixo público.
O Flamengo disputará a final da Copa Intercontinental contra o PSG no Qatar, onde atuará como visitante. A decisão ocorre em um contexto onde o PSG, pertencente ao governo qatari, joga em 'casa' pela segunda vez em uma partida oficial. A organização espera maior público devido à presença de estrelas do PSG, contrastando com os jogos anteriores com baixa lotação.
Jogadores do Flamengo em Doha, no Qatar, têm frequentado o restaurante Nurs-Et, conhecido pelo bife de ouro, durante seus momentos de folga. A iguaria, de alto custo, virou até motivo de brincadeiras e 'barganhas' entre os atletas, como Arrascaeta e Léo Pereira. Outros destinos populares na cidade incluem passeios pelo deserto e pelo mercado Souq Waqif.
A Copa Intercontinental, apesar da presença do presidente da Fifa, Gianni Infantino, demonstra um baixo público e falta de licenciamento, contrastando com a Arab Cup no Catar. A competição paralela de seleções árabes tem maior divulgação, público e produtos oficiais, recebendo tratamento de destaque, inclusive com a final no estádio Lusail.
Roberto Firmino, algoz do Flamengo na final do Mundial de Clubes de 2019, foi visto assistindo à partida do clube carioca contra o Pyramids no Qatar. O Flamengo venceu o jogo por 2 a 0 e avançou para a final da Copa Intercontinental.
A crônica aborda a participação do Flamengo na Arab Cup no Qatar, destacando a presença de Gianni Infantino e a vitória sobre o Pyramids. Apesar da relevância do evento, a matéria ressalta que a competição ganha destaque em detrimento do Mundial de Clubes.
Juca Kfouri critica a decisão da FIFA de realizar a Copa Intercontinental no Qatar, descrevendo-a como "ideia de jerico" e "gananciosa". O colunista aponta a falta de consideração pelo torcedor, que precisa se deslocar longas distâncias com pouco tempo de intervalo entre competições.
O artigo analisa a partida entre Flamengo e Cruz Azul pela Copa Intercontinental, destacando a atuação decisiva de Arrascaeta. A matéria observa a baixa presença de torcedores brasileiros no Qatar e critica a postura defensiva de alguns jogadores do Flamengo.
A coluna de Milly Lacombe critica a baixa presença de público em uma partida do Flamengo no Qatar, questionando a importância de torneios globais para a TV em detrimento da experiência do torcedor. A autora argumenta que a busca por torneios cada vez mais grandiosos pode esvaziar a importância das competições existentes.
O Flamengo disputará a Copa Intercontinental no Qatar, dividindo o espaço com a Copa Árabe, torneio de seleções promovido pela FIFA. Ambas as competições ocorrerão simultaneamente no país, com jogos diários e finais em dias sequenciais.
A reportagem detalha os valores de premiação que o Flamengo pode receber em sua participação no Mundial de Clubes da FIFA, disputado no Qatar. Os ganhos variam de US$ 1 milhão a US$ 5 milhões, dependendo do desempenho da equipe na competição, sendo significativamente inferiores aos obtidos em torneios mais recentes.
O Flamengo dividirá sua atenção entre a disputa do Mundial de Clubes no Qatar e o encerramento do Campeonato Brasileiro Sub-20. Enquanto o elenco principal viaja para Doha, o time Sub-20, reforçado com alguns jogadores do profissional, enfrentará o Mirassol para receber as faixas de campeão brasileiro da categoria.
O atacante Pedro viajará com o Flamengo para o Qatar, mas suas chances de atuar na Copa Intercontinental são consideradas pequenas. O clube priorizará a recuperação total do jogador após uma lesão muscular, evitando riscos que possam comprometer a próxima temporada.
O Flamengo se classificou para a Copa Intercontinental após vencer a Libertadores contra o Palmeiras. O Rubro-Negro estreará na competição daqui a 11 dias no Qatar, enfrentando o Cruz Azul do México nas quartas de final. Esta será a segunda participação do Flamengo no novo formato do torneio.
Max Verstappen apoia a decisão de Oscar Piastri de não priorizar Lando Norris na luta pelo título da Fórmula 1 em 2025. O piloto holandês da RBR defende a liberdade dos competidores na pista, acreditando que a experiência é um trunfo na reta final da temporada. A disputa pelo campeonato se intensifica com Verstappen se recolocando na briga após uma série de boas atuações.
Pierre Gasly criticou Gabriel Bortoleto por uma batida na largada do GP de Las Vegas de Fórmula 1, argumentando que o incidente não deveria ocorrer em alto nível. Bortoleto, por sua vez, foca em uma reação positiva no GP do Catar, apesar de ter abandonado as duas últimas corridas.
A matéria discute o caminho e os possíveis adversários que o vencedor da Libertadores de 2025, entre Flamengo e Palmeiras, terá que enfrentar no Intercontinental da Fifa. O torneio, com novo formato, inclui o PSG na final, com o time europeu jogando apenas a decisão.