O Conselho Deliberativo do Palmeiras aprovou a suspensão por nove meses do conselheiro José Corona Netto, após atritos com a presidente Leila Pereira em reunião de orçamento. A presidente esteve presente na votação, mas se manteve em silêncio para evitar um novo confronto. O clube viverá eleição em 2027, com Paulo Buosi como candidato da situação.
O Conselho Deliberativo do Palmeiras suspendeu por nove meses o conselheiro José Corona Neto após discussão com a presidente Leila Pereira em reunião de dezembro. A decisão foi aprovada por 121 votos a favor, 42 contra e 33 abstenções, seguindo relatório de sindicância que recomendou a punição. O caso envolveu críticas à gestão do clube e já foi levado à Justiça pelo conselheiro.
O Conselho Deliberativo do Palmeiras aprovou por 121 votos a 42 a suspensão de nove meses do conselheiro José Corona Neto, após sindicância interna. A punição decorre de declarações misóginas e ofensas proferidas contra a presidente Leila Pereira e o diretor de futebol Anderson Barros em reunião de dezembro. Corona já havia acionado a Justiça comum contra as declarações públicas da presidente.
O Santos tem um prazo de 48 horas para coletar o depoimento de Neymar em uma sindicância interna sobre um desentendimento com Robinho Jr. antes da Copa do Mundo. O jogador se apresenta à seleção brasileira na próxima quarta-feira (27). Apesar da resolução pública entre os atletas, o clube mantém a apuração aberta.
O Santos sofreu uma derrota por 3 a 2 para o Grêmio no Brasileirão, retornando à zona de rebaixamento devido à falta de regularidade e a desfalques importantes. Paralelamente, Neymar terá que depor em uma sindicância interna sobre um desentendimento com Robinho Jr., embora ambos tenham demonstrado uma tentativa de reconciliação.
O Santos decidiu manter aberta uma sindicância interna para apurar um desentendimento entre Neymar e Robinho Jr. durante um treino. Apesar dos pedidos de desculpas e da retirada de solicitações de apuração pelo estafe de Robinho Jr., o clube optou por não arquivar o processo e aguardará o desfecho para definir possíveis punições.
O Santos avaliará o encerramento de uma sindicância interna após Neymar e Robinho Júnior terem declarado publicamente a resolução de um desentendimento. O presidente do clube, Marcelo Teixeira, delegou a decisão ao departamento jurídico, que definirá o futuro do processo independentemente do acordo entre os jogadores.
O caso de agressão de Neymar contra Robinho Jr. chegou à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) após uma sindicância aberta pelo Santos. A gravidade do episódio e o histórico de ausências em jogos importantes levam a crer que a convocação de Neymar para a seleção brasileira pode ser impactada, com o técnico Carlo Ancelotti prezando pelo bom ambiente da equipe.
O artigo discute um incidente ocorrido em um treino do Santos entre Neymar e Robinho Jr., onde supostas agressões teriam acontecido após um drible. O autor questiona a falta de imagens do ocorrido e a gravidade da situação, que levou a uma reclamação oficial e abertura de sindicância interna no clube.
O Palmeiras anunciou a suspensão preventiva de seu associado Fábio Barreto Bueno Adamo, sob acusação de assédio a menores, após reportagem do UOL revelar sua condenação em 2025. O clube instaurou sindicância para apurar o caso e a presidente Leila Pereira defende a expulsão do associado, que aguarda julgamento de recurso e posterior aprovação do conselho deliberativo.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, se manifestou pela primeira vez sobre a polêmica envolvendo a comercialização irregular de ingressos e camarotes no Morumbis. Ele classificou o episódio como um "dia muito triste" e garantiu que o clube instaurou uma sindicância com auditoria externa e apuração interna para esclarecer os fatos e aplicar rigorosamente as medidas cabíveis.
Por Bruno Giufrida, Marcelo Braga e João Pedro Brandão em 2025-12-15
O São Paulo Futebol Clube iniciou duas sindicâncias, uma interna e outra externa com auditoria independente, para investigar um esquema de venda ilegal de camarote no Morumbis. O caso veio à tona após áudios vazados com diretores mencionando a utilização "não normal" do espaço e benefícios recebidos. A investigação visa apurar a responsabilidade dos envolvidos e definir possíveis punições.