O técnico do Barcelona, Hansi Flick, expressou preocupação com as constantes convocações de Raphinha à Seleção Brasileira. O treinador lembrou que o atacante voltou lesionado da última Data Fifa e defendeu a administração do tempo de jogo do capitão. Flick revelou que o tema já foi tratado com o diretor Deco, embora a decisão não dependa dele.
O técnico Xabi Alonso garantiu que Estêvão terá seu momento no Chelsea, apesar de o brasileiro de 19 anos ter sido titular em apenas dois jogos na temporada, somando 172 minutos. O atacante não entrou em campo na eliminação dos Blues para o Liverpool, nos pênaltis, pela Copa da Liga Inglesa. O Chelsea volta à Premier League no sábado, contra o Manchester United.
A última rodada do Campeonato Brasileiro registrou média de 61 minutos e 12 segundos de bola rolando, com seis das dez partidas superando uma hora de jogo efetivo. Botafogo x Chapecoense, apitada por Raphael Claus, teve o maior tempo (69min35s), enquanto Grêmio x Cruzeiro registrou o menor (51min53s). Apesar do bom número geral, a diferença entre os extremos da rodada chegou a 17 minutos e 42 segundos.
A coluna analisa o tempo médio de bola rolando na rodada do Brasileirão, que ficou em 57 minutos e oito segundos. O clássico entre Palmeiras e Corinthians, apitado por Anderson Daronco, registrou a pior marca com 51:26, enquanto Atlético-MG x Santos liderou com 66:04. O levantamento, baseado em dados da Opta Sports, destaca a expressiva diferença entre partidas da mesma competição.
O brasileiro Estêvão virou assunto entre torcedores do Chelsea nas redes sociais após a goleada por 5 a 1 sobre o Bournemouth, pela Premier League. Apesar da vitória, parte da torcida criticou o técnico Xabi Alonso pelo pouco tempo de jogo concedido ao atacante, que entrou apenas aos 84 minutos. A matéria reúne reações de torcedores que defendem mais oportunidades para o jovem brasileiro.
O artigo analisa o tempo de bola rolando nas partidas do Campeonato Brasileiro de 2026, destacando o recorde estabelecido pelo jogo entre Grêmio e Flamengo. A reportagem aponta a disparidade entre os jogos e a falta de padrão na atuação dos árbitros como um problema recorrente na competição.
A média de tempo com bola rolando no Campeonato Brasileiro aumentou nesta rodada, atingindo 52 minutos e 49 segundos. Os jogos apitados pelos irmãos Sampaio foram os que mais registraram tempo de bola em jogo. Apenas um duelo teve menos de 50 minutos de futebol efetivo.
A análise aponta uma discrepância preocupante no tempo de bola rolando nas partidas do Campeonato Brasileiro, com alguns jogos apresentando quase 12 minutos a menos de jogo efetivo. Essa redução é atribuída ao estilo de arbitragem brasileira, que prioriza o 'controle do jogo' através de marcações excessivas de faltas, sacrificando a fluidez e o espetáculo.
Comentaristas debatem se Endrick é o camisa 9 ideal para a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026. Gabriel Sá defende o potencial do jogador, mas ressalta a necessidade de tempo de jogo, enquanto Renan Teixeira o considera descartado para o torneio, sugerindo foco em futuras edições.
O atacante brasileiro Endrick, de 19 anos, se prepara para um empréstimo ao Lyon a partir de 1º de janeiro, após ter poucas oportunidades no Real Madrid. A transferência visa garantir mais tempo de jogo para o jogador, visando uma vaga na Copa do Mundo. O acordo prevê que Endrick dispute ao menos 25 partidas como titular no clube francês.
O zagueiro Vitor Reis, atualmente no Girona por empréstimo do Manchester City, explicou sua decisão de deixar o clube inglês em busca de mais tempo de jogo e experiência. Ele destacou a conversa franca com Pep Guardiola como fundamental para sua evolução.
O ex-jogador do Real Madrid, Toni Kroos, elogiou o jovem Arda Guler, destacando sua qualidade e o tempo de jogo que vem recebendo. No entanto, Kroos descartou a ideia de Guler ser seu sucessor, ressaltando que o turco atua em uma posição mais ofensiva e tem um estilo de jogo diferente.
O artigo analisa a redução do tempo de jogo dos atacantes brasileiros Vinícius Júnior, Rodrygo e Endrick sob o comando do técnico Xabi Alonso no Real Madrid, em comparação com a gestão de Carlo Ancelotti. Vini Jr. teve sua participação em campo diminuída, Rodrygo viu uma queda drástica em sua utilização, e Endrick ainda não teve oportunidades.