Um relatório da Anistia Internacional aponta graves violações de direitos humanos nos países sedes da Copa do Mundo de 2026, com riscos para torcedores, atletas e jornalistas. A FIFA é criticada por sua conivência e omissão diante de abusos em democracias consolidadas, falhando em sua obrigação de diligência e na promoção de corredores humanitários.