A Ponte Preta foi rebaixada para a Série C do Brasileiro após derrota por 2 a 0 para o Cuiabá, confirmando o segundo rebaixamento do clube em 2026, depois da queda no Paulistão. A temporada se torna a pior da história dos 126 anos da Ponte, com números inferiores até à campanha de 1995. O desempenho reflete a grave crise financeira e administrativa do clube, marcada por atrasos salariais, saída de mais de 30 jogadores e ações trabalhistas.
O goleiro Douglas Marques e o zagueiro Diogo Silva entraram com ações na Justiça do Trabalho contra a Ponte Preta, cobrando reconhecimento de vínculo empregatício e verbas trabalhistas após deixarem o clube sem estrear por causa dos transfer bans. As ações pedem ainda que o presidente Luiz Antônio Alves Torrano e o vice Marco Antônio Eberlin respondam por eventuais dívidas, alegando gestão irregular e temerária, com base em dados como déficit superior a R$ 33 milhões em 2025 e 210 ações trabalhistas desde 2022. A Ponte Preta informou, por meio do diretor jurídico, que ainda não foi formalmente citada sobre o caso.