O goleiro Douglas Marques e o zagueiro Diogo Silva entraram com ações na Justiça do Trabalho contra a Ponte Preta, cobrando reconhecimento de vínculo empregatício e verbas trabalhistas após deixarem o clube sem estrear por causa dos transfer bans. As ações pedem ainda que o presidente Luiz Antônio Alves Torrano e o vice Marco Antônio Eberlin respondam por eventuais dívidas, alegando gestão irregular e temerária, com base em dados como déficit superior a R$ 33 milhões em 2025 e 210 ações trabalhistas desde 2022. A Ponte Preta informou, por meio do diretor jurídico, que ainda não foi formalmente citada sobre o caso.
O Conselho Deliberativo do São Paulo expulsou Mara Casares e Douglas Schwartzmann do clube por gestão irregular e temerária. As punições incluem a eliminação do quadro associativo, perda de mandato e obrigação de ressarcir prejuízos, com Douglas também sendo declarado inelegível por 10 anos. Ambos repudiaram as decisões, alegando perseguição política e falta de provas concretas.