O artigo relembrA o Grande Prêmio dos Estados Unidos de Fórmula 1 de 2005, em Indianápolis, quando apenas seis carros largaram devido à crise dos pneus da Michelin. Após o forte acidente de Ralf Schumacher nos treinos livres, a Michelin identificou riscos de segurança e, sem solução aprovada pela FIA, as sete equipes com seus pneus se retiraram da prova. Ferrari, Jordan e Minardi, equipadas com pneus Bridgestone, disputaram a corrida, gerando uma das cenas mais controversas da história da categoria.
Rubens Barrichello retornará a Interlagos em novembro para uma ação especial chamada Volta Histórica, pilotando um Williams FW33, carro de sua passagem pela Fórmula 1. A iniciativa, com apoio da ALE Combustíveis, terá cerca de dez minutos de pista e revisitará momentos marcantes da carreira do piloto. Barrichello disputou sua última corrida na F1 em Interlagos, em 2011, e acumula 322 GPs, 11 vitórias e dois vice-campeonatos mundiais.
Rubens Barrichello voltará a pilotar o Williams FW33 no Grande Prêmio de São Paulo de 2026, em Interlagos, 15 anos após sua despedida da Fórmula 1. O anúncio foi feito em evento da ALE Combustíveis, e o carro será o mesmo de sua última corrida na categoria, em 2011, equipado com motor Cosworth V8. Emocionado, Barrichello destacou o significado da despedida adiada e sua profunda ligação com o autódromo paulista.
George Russell venceu o Grande Prêmio do Azerbaijão de Fórmula 1 por apenas 0s196 de vantagem sobre Max Verstappen, resultado que entrou na lista das dez chegadas mais apertadas da história da categoria sob bandeira verde. A matéria compara a marca com chegadas históricas, como Peter Gethin x Ronnie Peterson (Monza, 1971) e Rubens Barrichello x Michael Schumacher (EUA, 2002). Também explica por que a vitória de Verstappen na Austrália em 2023 fica fora do ranking, já que a prova terminou sob Safety Car.