O Cade emitiu nota técnica dando dez dias para que a liga FFU e sua investidora SME expliquem o contrato de cessão de direitos por 50 anos com os clubes, questionando possíveis restrições à concorrência. Paralelamente, o Sinafut viu sua ação contra a SME na Justiça de Brasília ser extinta por falta de legitimidade. O caso evidencia a guerra de bastidores entre CBF, investidores, clubes insatisfeitos e emissoras na disputa pela formação da liga única do futebol brasileiro.
A Medida Provisória 1.394/2026, que proibiu as apostas de quota fixa no Brasil, gerou uma crise financeira no futebol brasileiro, ameaçando contratos de patrocínio que movimentaram R$ 1,03 bilhão em 2025 entre os clubes da Série A. O Flamengo, que estima perdas de R$ 400 a 430 milhões, contestou a medida no STF, enquanto o Sinafut pediu suspensão ou período de transição de seis meses. Discute-se uma possível paralisação do Brasileirão como forma de pressão, embora não haja consenso entre os dirigentes, e o governo estuda uma linha de crédito de até R$ 20 bilhões.