A Fórmula 1 introduzirá um combustível 100% renovável em 2026, com o objetivo de alcançar neutralidade de carbono até 2030. Essa mudança, apesar de sustentável, eleva significativamente os custos operacionais das equipes, com um litro custando entre US$ 170 e US$ 300, resultando em despesas anuais bilionárias para o grid.
A Fórmula 1 introduzirá mudanças significativas em seus carros a partir de 2026, com modelos menores, mais leves e equipados com um novo combustível sustentável. As novas máquinas apresentarão maior potência elétrica, um botão 'boost mode' no volante e asas móveis, visando corridas mais dinâmicas e a redução de emissões de gases de efeito estufa.
Lewis Hamilton teve sua participação nos testes de pré-temporada da F1 2026 encerrada mais cedo devido a um problema técnico em seu carro da Ferrari. A parada ocorreu por conta de uma pane seca, resultado de um teste de captação de combustível que falhou.
Torcedores do Palmeiras enfrentaram um longo perrengue de quase 12 horas na Bolívia devido à escassez de combustível. O ônibus que levava cerca de 45 fãs para a final da Libertadores em Lima ficou parado aguardando abastecimento, com o grupo conseguindo seguir viagem após ajuda local e atenção da imprensa.
O colunista Walter Casagrande compara a Seleção Brasileira com uma Ferrari que estava sem gasolina antes da chegada de Carlo Ancelotti. Após a vitória sobre Senegal, ele acredita que o time encontrou seu rumo e tem potencial para surpreender as favoritas na Copa de 2026.